PALESTRA R.DAVID WEITMAN X ELIE HOEN (NO IAVNE) – 14/08/17

Na realidade foi um debate, intermediado pelo Leo Fraiman. Foi um espetáculo, certamente uma das melhores palestras que já presenciei. Ambos estavam afiadíssimos e são pessoas além de bem-sucedidas, espiritualizadas. Acredito que todos que assistiram saíram diferentes do que entraram, mexidos e refletindo muito a vida. O Elie como sempre enfatizou muito dar tsedaká, cada um nas suas possibilidades e para sermos humildes independente da condição financeira, não ao exibicionismo, carros importados, disse que sempre compra pouco, relógios de U$100,00 e é melhor que paguemos aqui um preço caro por isso e tudo que fazemos de mitzvót mas para sair barato depois o Olam Habá. Viver com pouco de material e tentarmos encontrar nossa missão nesse mundo, é um esforço contínuo de auto-conhecimento descobrir pra que viemos mas que cada um dentro da sua área pode fazer chessed: um médico curando vidas, advogado julgando, empresário dando tsedaká etcc Ele mesmo participa de uma instituição mundial de bilionários da qual Bill Gates faz parte tb em que se comprometem a doar 60% da sua riqueza. Ele disse muito sobre exemplo que é o melhor para educação e a prova que funcionou pra ele foi que perguntou aos filhos se doava em vida ou deixaria em testamento e disseram para doar em vida. Enfatizaram a importância de fazer a diferença, trabalhos voluntários, chessed.. termos emuná que gostei da definição do R. David começa onde termina nosso entendimento.

Disseram sobre os projetos que ajudam de fora da comunidade. O Elie está começando a se envolver em um projeto de abuso sexual de adolescentes que parece que vai custar alguns bilhões de dólares (esqueci o número hehe) e o R. David mencionou o “ prato prnto” algo assim que o Tem Yad temm no centro e alimenta milhares de mendingos e moradores de rua diariamente. Ele fez questão de não colocar o nome do Tem Yad e sim da comunidade judaica para fazer Kidush Hashem, inclusive disse que outros estados do Brasil têm chamado ele pq se inspiraram nessa idéia.

Num determinado momento, o Leo citava uma palavra pra cada um e dizia para completarem. Uma que me lembro foi um sonho. Elie respondeu que Mashiach chegue enquanto viver. Ele fez bastante propaganda subliminar e de forma sutil e divertida pro Iavne, dizendo que muito aprendeu com os filhos que estudavam lá; até os 35 anos não sabia leitex carne…

Perguntou tb sobre tecnologia. R. David disse como penso que precisamos saber a nosso favor. Whatsap, internet já salvou muitas vidas, se faz muitas mitzvót, mas pode afastar pessoas próximas e matar tb; comentou que vê nos Bar-miztvas meninos há 10metros de distância se falando no whatsap…e Eli que deixou claro que presa muito pela leitura, disse que tecnologia atrapalha muito a leitura.

No final, o Leo pediu para que cada um dissesse uma mensagem e a do R. David gostei muito que é algo que sempre penso mas a analogia que ele fez foi ótima. A vida é como um jogo de futebol: tem os jogadores que independente das condições climáticas e situações estão lá jogando, os espectadores não, podem se levantar a qq momento e estão passivos só assistindo. Nós yehudim temos obrigação de sermos os jogadores, fazermos a diferença, sermos pró-ativos e não esperar e ver a vida passar. Desde sempre e pra sempre seremos um povo que se ajuda.

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DIÁRIO DA VIDA DAS KIDS (MEMÓRIAS)

Dia 01/06/17 – SHAVUÓT – Levi aprendeu a rastejar a aplaudir. Ninguém segura agora o mocinho pela casa!

Dia 28/06/17 (Dia 354 do Levi)– Chei de Tamuz – Niver de 1 ano do Levi. Clichê mas a pura verdade, como o tempo voou. Parece que faz alguns dias que eu estava com aquele barrigão, ansiosa pelo parto e saímos de casa com a malinha pra maternidade à francesa pra Luziane(folguista) não perceber! Obrigada Hashem por esse ano maravilhoso, sou eternamente grata e sinto-me muito completa agora com o Rony e nossos 4 filhotes saudáveis BH que só nos cansam e nos trazem tantas alegrias!

LIÇÃO DE HONESTIDADE COM OS FILHOS…BANHO DE ÁGUA FRIA!

Dia 18/06/17 – Voltando no feriado de Jukehy domingo cedo(para evitar de pegarmos trânsito), o Rony como de costume foi acompanhando no Waze os guardinhas e indo pelo acostamento. Porém, 2 carros a frente pararam e paramos também. Em questão de segundos, apareceram 2 guardas do lado esquerdo na linha da faixa, apareceram do nada. Não tivemos escapatória, um deles já estava com a caderneta e caneta na mão anotando nossa placa. Abaixamos o vidro e dissemos:” não estávamos parados” e eu ainda completei: “ Tivemos que parar para as crianças fazerem xixi”,mas não funcionou. Passados alguns segundos, o Eiby fala em tom bem sério e afirmativo: “ Papy não pode mentir nem nessas horas”. Ficamos desapontados e o Rony se justificou (não que estejamos certos) que vivemos em um país em que os governadores são corruptos e roubam dinheirinho da população multando por bobagem etc… e o Eiby continua: “Mas não mentir é um dos 10 mandamentos”. Opa,silêncio! Ensinamos e colocar em prática é essencial. Aprendendo a cada dia com eles!!

Sobre o parto do Levi…

DIA 22/08/16 – Hello ontem fez 6 semanas, hoje exatos 43 dias que nasceu nosso príncipe que já amamos demais. Tenho tentado diariamente escrever contando um pouco sobre como foi o parto tão ansiado, mas assim que nasceu foram os preparativos pro Brit num curto tempo, depois férias das crianças tudo tumultuado. As aulas das kids recomeçaram (ufaaaa Bh, essas foram eternas com os 4 em casa)e comecei a resolver trocas de presentes e pendências que ficaram além de afazeres basics do baby (consulta,incluir no seguro saúde, passaporte…) tudo isso interrompido de inúmeras mamadas
Bom vamos lá…na quinta-feira dia 07/07 comecei a sentir umas leves contrações que até pareciam duvidosas se eram as indolores ou não. Não fiz nada em relação a isso. No dia anterior tinha ido na Dra.Marcia e estava tudo sob controle e nos monitoramentos do Fleury tb apareciam pequenas contrações que segundo o médico são normais no nono mês. Na sexta começou a me bater aquele medinho, shabat chegando e eu pra variar só pensando no Brit que não podia cair Shabat pra tirarmos fotos hehe(e falando pro Rony que não queria transgredir Shabat). Shabat de dia parece que as contrações aumentaram e cada movimento não muito brusco tipo alguns passos mais fortes, cada vez que me levantava ou sentava vinha contração e lá ia eu fazer respiração de cachorrinho ou uma profunda inspiração (a Sarah já até ria e me perguntava se estava vindo uma contração, tá pronta pra vez dela #sqn). A shikse estava meio impaciente pq não conseguia arrumar a casa e pra falar a verdade minha vontade era de me esticar na cama e passar assim até acabar shabat. Como tinha um kidush do Michel cunhado no Bnei Hakiva resolvi descer com as kids pra aliviar a casa e ela conseguir arrumar e na volta subi cada um dos sete andares em praticamente uma hora, cada andar era minimamente uma contração garantida. Bom, shabat acabou e eu pensava, agora pode nascer Brit de domingo é gostoso, as pessoas ficam e aproveitam mais(mal sabia que metade da cidade estava viajando e a outra metade viria no nosso Brit hehe). Os 3 se despacharam pra dormir na casa dos avós, ou seja, inédito e ao mesmo tempo Minashamaim, uma preocupação a menos, de como deixar as crianças, mais especificamente minha grudinha. Passei a noite toda com essas contrações. Cada vez que virava de um lado pro outro (só essas posições mesmo que é possível nessa altura) e me levantava (nas inúmeras vezes) para ir ao banheiro, lá vinha ela cada vez mais intensa e eu já não dormia achando que a qualquer momento ficariam ritmadas e eu sairia correndo pra maternidade. Massss não foi o que aconteceu! Às 5 da manhã, mandei uma gravação de voz pra médica, ainda não queria alarmá-la só me preocupava se pro bebê essas ondas não seriam preocupante e perigosas, afinal já estava há 3 dias com contrações. Fiquei acordada até às 8:00hs que achei um horário mais decente pra acordar tanto o Rony quanto a médica e expliquei pra ele minhas sensações. E para manter o estilo, ele estava bemmm tranquilo e não achava que era “A hora” ainda. Liguei pra Dra. Marcia e ela me deu 2 opções: ou eu continuava sentindo contrações em casa e esperava até aumentar a intensidade e ter um ritmo constante ou ia para maternidade, mas provavelmente não me deixariam sair de lá já com 41 semanas. Ela sugeriu de eu tomar um Bom café da manhã e ir. Resolvi ligar pra Dina (os meninos estavam lá) para compartilhar a situation se estava sob controle por lá e pra minha mãe(a Sarah estava lá). Minha mãe achava que eu deveria ir logo, a Dina e o Rony não. Íamos na Hebraica cortar o cabelo dos meninos e só pensava se encontrar alguém e me abaixar e começar a respiração de cachorrinho, vou me entregar! Indecisa resolvi como sempre nessas situações fazer tefilá depois do café tranquilo(sabe-se lá quando seria o próximo sossegada) e pedi pra Hashem como sempre peço: me mostrar o melhor caminho com clareza sem que eu tivesse dúvida. Fechei o Sidur e estava decididíssima a pegar nossas malinhas e partir. Sempre estive acostumada com partos repentinos, com dor extrema, uma verdadeira caixinha de surpresas com uma pitada de satanismo, indo aos berros em direção à maternidade, berrando pelos corredores “Anestesista pelo amor de D´us” e nunca nem enxerguei o caminho de dentro da maternidade até chegar na sala de parto. Dessa vez foi bem diferente. Fomos à maternidade parecendo parto cesária, marcado. Com calma, aguardei minha vez na sala de espera, continuando com as contrações a cada levantada e abaixada. A enfermeira que me atendeu para conferir os sinais vitais(temperatura, pressão, pulsação etc) achou melhor me colocar como prioridade, disse que depois de 3 partos normais, eu já deveria estar com alguma dilatação. Dito e feito, só não imaginava o quão dilatada já estava. O médico me atendeu, fez o toque, só vi a mão dele praticamente inteira dentro de mim quando ele me solta: “ Nem vamos fazer a internação, já senti a cabeça, 9cm de dilatação”. Fiquei obviamente muito feliz de estar suportando a dor daquele jeito aliás esqueci de um detalhe, meu sossego foi tanto antes de ir que pela primeira vez consegui pegar a geléia de Etrog e comer antes de sair. Aquelas cenas de novela, enferemeiras correndo pra buscar a maca e eu correndo em cima da maca pelos corredores em direção à sala de parto. Nesse momento, tudo que eu queria era ver a carinha da Dra.Márcia e relaxar! Impressionante como eu alguns minutos lá estava ela. Meu semblante mudou totalmente quando ela abriu a porta e me apresentou a anestesista. Essa médica é um fenômeno, apesar de nunca ter dado a luz parece que está dentro de mim, sentindo minha dor e é capaz de entender exatamente quais são minhas necessidades. Disse assim: “Melzinha, pensei que como sua dor ainda está controlada, a anestesista passa o cateter na sua coluna enquanto você ainda não está se mexendo tanto e depois vc decide se quer ou não anestesia”. Bom, como o que mais dói sem dúvida é a ounção daquela agulha calibre de cavalo, na dor mais intensa obvio que não resisti e pedi para injetar anestésico. Nesses minutos que sempre aguardamos o efeito da anestesia, a Dra.Marcia me pediu para sentar na bola de pilates e ficar dando pulinhos até a cabeça do nenê encaixar totalmente. O Rony sentado naquela calma no sofá assisntindo tudo e eu só pensando na surpresa dele ao ver que era um menino e não uma menina como todos tinham certeza. Já não aguentava mais me segurar de todos os preparativos e detalhes que estava fazendo há 3 meses pro Brit, desde que soube que era um menino. Só um parêntese… a médica do primeiro ultrassom morfológico disse que era menina. A Sarah estava comigo pq queria muito saber o sexo e ficou radiante, expressando sem uma palavra pra todos que certamente era uma menina. E eu que tb rezava para vir uma menina e completar nossos 2 casais tb fiquei, é claro. Apesar de rezar pra vir com saúde queria uma menina, não nego. No sétimo mês, isto é estava de 6 meses completos, fiz novamente outro ultrassom morfológico. Dessa vez, sem a Sarah. A médica, uma japonesa, que acho que nunca esquecerei, me pergunta se já sei o sexo e digo que sim com um sorriso de orelha a orelha e respondo que sim. Na sequência, ela me aponta: “olha aqui a bolsa escrotal” e eu gelei, azedei a cara: “como assim, não é uma menina?” e ela: “ imagina, um meninão, olha aqui”. Nessa altura, já sabia que não tinha erro, o mais provável era que a outra médica tinha errado no início. Incrível cmo tudo é Minashamaim, desse dia em diante mudei radicalmente de opinião e comecei a me empolgar com mais um menino,e já nos preparativos do Brit, lista, cotações, detalhes da decoaração etc… Bh hoje escrevendo digo que estou tãoooo feliz com esse menino, um bebê fofo que já nos traz muitas alegrias, fácil, tranquilo, gostoso. Estou realemente em um estado completo de plenitude, sensação de família completa nós 6, um sonho, delirando de alegria. Como Hashem é maravilhoso, depois de quase 5 anos insistindo pro Rony para termos mais um filho, e milagrosamente o convenci, sinto que essa neshamá é um grande presente nas nossas vidas, uma criança escolhida!! MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR TUDO HASHEM GRATIDÃO ETERNA! Tento até ao longo do dia parar uns segundos e agradecer por tudo, que vida perfeita que eu tenho, que nós temos juntos e parece que ele uniu ainda mais eu e o Rony BH, estamos nos dando bem melhor do que já nos dávamos! Voltando aos finalmentes do parto, ela me disse que dessa vez estava facinho, em 2 forças o nenê sairia. Dito e feito! E assim nasceu nosso Levi Itzchak que a médica colocou nos meus braços e o Rony ainda foi abrir as perninhas pra conferir o sexo  Sensacional esse parto, quem dera todos tivessem sido fáceis assim, uma verdadeira brachá! Minhas tefilót foram ouvidas! Na maternidade já estava me sentindo ótima, xixi ok (sempre minha preocupação até conseguir o primeiro xixi uma emoção) e de lá saí direto pra NK provar meu vestido com a Dina que já tinha separado, muito fofa, me deu de presente. Ajustamos o que teria que emendar de tecido no decote, deixar o forro mais cumprido e torcer pra que perdesse uns quilinhos em 5 dias haha
O Brit é um capítulo a parte que também foi algo que ficará pra história nossa e pra quem foi, tudo impecável espiritualmente e materialmente!

DIA 08/05/2017 – Faz tempo que não passo por aqui p/revelar um pouquinho sobre meus afazeres deve ser por falta de tempo mesmo, com 4 na rotina da casa, ajuda ao Rony, compras, leva e busca das kids, mamadas/papinhas e ainda encaixando meus álbuns só por ness mesmo parar e conseguir escrever. Mas BH acordo cedo todo dia e só agradeço, amooo de paixão minha rotina, minha vida, meus filhos, o Rony e não trocaria por nada com ninguém. Bom ser breve, Levi já esta com quase 10 meses(amanhã terá bolo de mêsversário, ainda continuo fazendo) está com 5 dentinhos, babando bastante. Não faz muita gracinha, mas continua mega sorridente por tudo e para todos. Faz uma tentativa de tchau e fala umas sílabas. Nesse semestre, com o Levi me consumindo e sem a segunda shikse, concentrei todas as atividades das kids na escola. A saída oficial é às 15:30hs e eles já imendam nas atividades. Sarah faz Alumni (2x/semana),dança e natação aqui do lado. Benny faz futebol, judô, Moré Berale e natação. Eiby faz roda de matemática(ama e tem muita vocação pra matemática),judô, futebol e natação. Busco 16:30hs todos os dias BH e o melhor fico sem carro todos os dias, faço tudo à pé, zero trânsito. O restante do dia vou driblando meus afazeres com Mr.Levi que toma um belo tempo cada vez mais. Cada soneca dele, é uma corrida contra o tempo para dar conta de tudo,tempo cronometradíssimo. Enfim, hoje fui busca-los (com o Levi no carrinho como sempre)e fiz uma brincadeira que amaram, daquelas que provável ficará na memória deles. Fiz cada um “ chutar” quantos passos são da escola até em casa e quem chegasse mais próximo, ganharia um sorvete. Eiby apostou 600 passos; eu 650;Sarah 700 e Benny não quis participar(se arrependeu como sempre atrasado nas tarefas). Fomos contando todos juntos e a Sarah ganhou, chegou mais próximo, viemos em 830 passos FIM de um dia feliz com minha Family que é tudo pra mim!

EVENTO DE SHAVUÓT – 06/06/2016 – casa da sra. Jane Ratz

Gostaríamos de ter feito um evento num domingo para toda familia, para crianças atividade de jardinagem, avót Ubanim e shiur para mulheres com Oficina de flores, mas não havia domingo livre na escola antes de Shavuót.

Como a Jane tinha há um tempo oferecido a casa para fazer um shiur, decicimos fazer só para as mulheres. A Hany me ajudou com idéias e chamou a Morá Monique para dar o shiur.

A Tamara Roimicher me fez o flyer mas da próxima vez pedirei a outra pessoa, demorou demais como ela não tem Photoshop em casa, cada ajuste tinha que esperar dias e acabamos soltando muito em cima. Tive que eu mesma fazer um Save the data 2 semanas antes. Infelizmente, haverá tb um outro shiur um dia depois da Emuná sobre Shavuót na casa da Ariane Stern, disseram que tb não tinham outra data.

Cotei com a Tamara Murachovich da Flor e Cor e com a Lolita Shamma que trabalha com a cunhada Esther Piccioto. Com a Tamara, ela fez por R$50,00 preço de custo, segundo ela. A Lollita passou um valor de R$50,00 se fosse fazer algo diferente em um aquário com flores pra fora, para sair do tradicional. Conversei com o Hanan que não liberou verba para nada. Portanto, pedi se conseguiam fazer algo bacana porém no máximo a R$30,00. A idéia seria cobrar R$20,00/pessoa e a diferença veria com o Rony para cobrir. Fizemos o flyer considerando isso, antes de mandar achei melhor mostrar pra Jane pq percebi que ela queria algo bem caprichado. Havíamos sugerido de nos dividirmos com os pratos cd uma prepararia alguma coisa para servir, mas ela enfatizou que chamaria o Menorá.

De fato ela não aceitou que cobrássemos das pessoas ufa foi um feeling que tive antes de mandar nos grupos se não já era.

Com isso, a Tamara fez um novo ajuste e depois divulguei nos grupos.

Pedi a confirmação para melhor organização e segurança mas tinha certeza de que seria difícil, mães com crianças pqnas decidem na hr se conseguem ou não.

Encomendei com a Lolita 35 arranjos e a Jane encomendou Menora pra 30 pessoas.

No dia, pensei em entregar um arranjo bonito de flores para Jane como agradecimento e um para Morá Monique. Pedi à Lolita que conseguiu em tempo, fizeram por R$80,00 cada arranjo com orquídea amarela, num caxepô espelhado e galhos, ficou alto, super bonito e com presença.

Levei no dia na casa da Jane minha mesa dobrável, as luvas de vinil que comprei e tesouras e fui para ver se eram suficientes as mesas. Para 35 pessoas com certeza seria…

Escrevi um discurso de agradecimento à Jane, à Mora Monique e algumas palavras em Leilui Nishmat do Shulim ben Azriel (marido da Jane). Pedi ajuda do R. Valt, Chanan e do Rony. Basicamente disse que veio de uma familia chassídica de Londres, bem conhecida, que fazia mto chessed e tsedaká e que transmitiram isso pra ele que era muito generoso não só com Beit Chinuch. Para nosso shil ele doou um Sefer Torá, Parte da biblioteca, cota da reforma do refeitório e sempre se antecipava antes de pedirem ajuda, um exemplo de chessed! Trienei umas 5 vezes no espelho e inclusive pra Sarah q adorou hehe

Organizei tb no dia um cronograma pra não se estender muito. A idéia era começar pelo shiur pra não ficar tarde pra Morá Monique voltar, mas como usaríamos a mesa principal pras flores e o Menorá precisaria de tempo para montar, optamos por fazer primeiro o workshop de flores das 20:30(estava marcado para 20:00) às 21:15hs.shiur até às 22:00 e depois os comes e bebes. No final, atrasou tudo um pouco e o shiur acabou 22:20hs. 

Mesmo com uma super chuva, vieram aproximadamente 50 mulheres talvez até um pco mais BH. Faltou caxepô pra todas e as que ficaram de fora, ficaram batendo papo. Essa foi a falha, mas sem as confirmações ficaria difícil mesmo. Passei uma lista do Gardens e outras pessoas que chamei e a Jane deixou na portaria. O arranjo ficou lindo e super diferente, o caxepô espelhado super presença, elas foram ótimas super dedicadas, valeu super a pena.

O shiur tb foi mto bom, ela vai bem gostoso depois anoto.

E a comida nem preciso dizer que foi incrível. Na hora do workshop foram servindo os salgados e sopas que não experimentei mas disseram que estava tudo excelente tb e depois do shiur uma mesa de doces chalavi (sorvete, cheescake, bolo de churros…) loucura!

Foi espetacular BH, minhas tefilót foram atendidas.

Sempre falo que será o último evento que organizo, além do trabalho ando um pouco calejada das críticas. Apesar de sempre ter lidado relativamente bem com isso que sei ser inevitável e é claro com a ajuda do Rony que me estimula e sempre diz que quem não tenta não erra, dessa vez fiquei um pouco chateada. Duas mulheres bem religiosas uma qndo estava tudo pronto, flyer, florista fechado me pergunta será que precisa mesmo das flores?? Oi e o derech eretz além de vários outros palpites sem ter ao menos se oferecido de ajudar, fui tocando tudo sozinha e outra comentou com minha mãe um comentário meio maldoso que obvio como sempre tentei julgar pro bem: Vc viu que a Jane ficou bem chateada com sua filha que queria cobrar pelas flores? Desnecessário. E por último, amigas dizendo: “Me, vim por vc!” BH fico felix pelo prestígio, mas gostaria que viessem de vontade prórpia. Por outro lado pensei depois do shiur não importa a causa, consegui fazer Kidush Hashem de outras pessoas ouvirem palavras de Torá enfim vamos ver qnto tempo aguentarei sem organizar nada:) Pedi pro Rony me vetar a próxima, veremos…

OBRIGADA HASHEM!

FOI ACIMA DA MINHA EXPECTATIVA, TUDO MARAVILHOSO E BEM ELOGIADO BH

REUNIÃO COM MORÁ MAURA SOBRE BENNY – 25/05/16

Como sempre tem a bola da vez, essa vez é do Benninho. Eu e o Rony estamos com muuuuita dificuldade em lidar com ele em tudo, todos os dias. Simplesmente explodo o dia inteiro e o Rony qndo explode, bate de sair lágrima dos olhos dele e me partir o coração apesar de dar razão pro Rony que ele nos tira do sério; seja com nossas mil repetições de cada coisa e ele nem tchum, seja pela agitação dele o dia todo inclusive na hora de dormir que mesmo depois de um tipo lotado de atividades (escola até às 15:00, natação, tênis, corrida na hebraica) se debate na cama aos gritos como se tivesse tomado um energético, coisa de maluco (detalhe no horário certo q estamos mais pacientes=)

Relatamos os seguintes itens:

  • Sempre está atrasado nas funções-enquanto a Sarah e o Eiby já obedeceram e fizeram lição, banho, janta, ele ainda está rodando pela casa ou então todos estão prontos pra sair de casa, ele não se arruma (nem sozinho nem com ajuda) e qndo estamos na porta decide se mexer;
  • Quer chamar atenção – depois que brigamos bastante com ele, com certeza fica sensível e mexido, deve se sentir um fracassado, mas na hora não vemos outra saída. Um dia desses fugiu de casa e eu com essa barriga fui subindo de andar em andar, depois de já ter avisado o porteiro e ter rodado na garagem e no térreo. A Graça com pena de mim decidiu ir atrás dele com a Sarah e encontraram sentadinho do outro lado do corredor do térreo(obvio que foi o único lugar que não procurei) mas acho que ele ouviu eu falando com o porteiro e se sentiu importante logo foi saindo e subiu feliz
  • Fala choramingando tudo que quer ou gritando;
  • Temos que falar TUDO repetidamente milhares de vezes até perdermos a paciência e explodir, isso é uma constância;

DICAS DA MAURA

  • Ela disse que ele dá mais importência p/os brinquedos dele, pras invenções dele, do que o que está acontecendo ao redor. Brinca e interage qndo interessa, e assim tb funciona na escola. Precisamos tentar chamar atenção para usar a criatividade para beneficiar as pessoas da família,a casa e envolver os outros tb e assim tentamos interromper com as vontades próprias dele. Tentar inserir mais ele nas brincadeiras da casa, nos jogos não deixar ele de lado só nas invencoes dele.
  • Ele precisa aprender a lidar com as frustrações. Se esforçar para ele expor os sentimentos dele, nos explicar para tentarmos ajudar, dando dicas: “ Vc está triste, nervoso, irritado, chateado, com fome, curioso,com raiva….?” Pedir sempre pra ele nomear esses sentimentos.
  • Envolver ele nos questionamentos: “ estamos bravos com vc” em frases curtas sem mto discurso, vc quer que fiquemos sempre assim? Não fala várias vezes por exemplo: “ Vai tomar banho, vai fazer a lição”, fala “ estou ficando brava, nervosa que vc não vai pro banho” e vai intensificando “ estou me decepcionando com vc”. Ele precisa se sentir incomodado com as atitudes dele.
  • Sobre lição de casa – colocar ampulheta, relógio para ter tempo de terminar. Se não souber o que é pra fazer (que costuma dizer isso), pede para ele ligar a um amigo e descobrir, pedir as explicações, para ele ter o trabalho e reconhecer que precisa prestar mais atenção nas explicações durante a aula. Essa dica assim como outras que lea dá parece boba, mas comecei a colocar em prática. O Rony descobriu um aplicativo com ampulheta q vira o celular e vc programa qntos mins quer,mas como quase nunca ele está na hora da lição tenho colocado cronômetro e digo que ele tem 5mins pra terminar cada página. Tem funcionado hiper bem, ele agiliza e fica super concentrado, espero que não vença.
  • Sugeriu de virmos a parte médica se está ok, às vezes pode ser vermes ou alguma outra coisa que está deixando ele agitado.
  • Relatamos tb que sentimos ele um pouco atrasado na leitura, principalmente em relação ao Eiby que já está lendo super bem, quase sem pausa e se esforça muito mais, gosta de ler antes de dormir sozinho e o Benny demonstra bastante preguiça.

Bom mais uma vez a mesma conclusão, de que nenhum dele nasce com Manual de Instruções e cabe a nós desvendar as ferramentas e o estilo de como lidar com cada um. Cada crianças é realmente um mundo de sentimentos e reações diferentes! Espero que logo passe essa faseJ Pq o Benny é uma criança brilhante, criativo como nunca vimos nada igual e um coração generoso que tb desconheço em qq criança, sempre oferecendo as coisas ou a vez dele sem pedirmos!!