06/05/2015

06/05/2015 – Difícil expor em palavras a generosidade do Rony. Não sei se existe no mundo alguém com coração tão sensível com as pessoas, de verdade me considero uma sortuda de tê-lo ao meu lado todos os dias, um presente de Hashem!

Estamos lançando o Vítreo Klabin, e uma das imobiliárias é a Abyara. Cada imobiliária tem seu coordenador de vendas, no nosso caso ela chama Bryza. Uma shvartze, mais velha, bem batalhadora.

Estava eu sentada no computador após um exaustivo dia com as crianças preocupada em ticar e resolver meus afazeres noturnos (sempre são muitos BH) quando o Rony me vem com um papo de que a Bryza está com um problema. Parei tudo pra olhar pensando que não poderia mais trabalhar, nos atender, enfim só enxergando nosso benefício e o que isso poderia prejudicar, essa é a natureza humana. Quando na realidade, segundo a história que ela contou pra ele (pra mim pareceu mal contada, não colocou desde o episódio da ganev em casa sou mesmo desconfiada de tudo e de todos) estão passando por mta dificuldade financeira uma vez que o marido tb é corretor e ainda não estão indo muito bem as vendas e a Eletropaulo suspendeu a eletricidade da casa deles. O  marido resolveu dar um jeito e “ fazer um gato” como essas shikses costumam fazer, mas parece que ao romper um lacre, a polícia foi acionada e ele foi detido na delegacia. Uma das coisas que aprendi com a ganev é que só é efetivamente preso é quem não é réu primário, por isso ainda maior foi minha desconfiança. O Rony disse q ela não queria contar, mas que estava passando por problemas sérios e ele que insistiu até ela contar pensando em ajuda-la. Bom, sabia que vinha grana por trás; ele precisaria pagar ao advogado uma fiança de R$3.600,00 mas ela estava tentando conseguir R$1.000,00 e convencê-lo a pagar o restante quando entrarem as comissões e… obviamente Sr. Rony em ação queria resolver pagando pra ela. Me sinto às vezes até uma pessoa má perto do Rony de tão bom coração que ele é. Na hora, nem pensei (não coloquei o shiur do R. Ari em pratica de que devemos antes de responder, absorver) e já respondi de cara que não, que isso pra mim soava estranho e que não seria a primeira vez que aconteceria, podia ser golpe blá blá blá mas q conhecendo ele do jeito que conheço tinha certeza que ele me convenceria a dar o $$.

Dito e feito. Nessa noite eu tinha me comprometido a ir com minha mae e a Eve numa inauguração de uma loja de semi-jóias de uma mulher do nosso shil e estava preocupada em agilizar logo com as crianças e picar de casa, relaxar um pouco. E onde eu ia pela casa, lá vinha ele atrás de mim pensando numa solução (eu com a cabeça em outra). Veio até o elevador pra me explicar um plano que tinha pensado de ligar e dizer q no momento não estamos com condições de ajudar financeiramente (não é mentira) mas que se dispunha a ir com ela na delegacia ver o que poderia ser feito para testar, se fosse mentira que ele tivesse na delegacia ela inventaria qq desculpa. Mas ela concordou em levar ele até lá.

No meio do evento, daquele barulho,

04/06/15

04/06/2015 – Como mãe conhece bem o temperamento de cada filho, incrível! Se cada um some dentro de casa e está aqueeeele silêncio, onde está cada um?! SARAH – com certeza, se maquiando ou escolhendo roupa ou desenhando no quarto ou treinando teclado, sempre na dela. BENNY – aprontando certezaaaaa, andando de skate pela casa, sujando, bagunçando, tirando roupas de skatisa do armário, virando a sacola inteira de fantasias no chão…EIBY – na cozinha procurando algo para comer (abrindo a geladeira, comendo macarrão com as mãos, catando restos na mesa…) ou procurando o cinto lisinho pra usar com a roupa igual do Papi ou pintando alguma parede de casa!

Pérolas – Eu disse pro Eiby: quem quiser passear precisa tomar café da manhã reforçado e ele repete pro Benny: Benny quem quiser passear precisa comer se esforçado!

15/07/2015

15/07/2015 – Meio das férias escolares e final de um ciclo profissional. Escrevo hoje porque nessa semana me despeço, nem que não seja definitivamente, dos meus trabalhos na BR Corp.

Desde que me formei estou trabalhando com o Rony, mais precisamente desde o final da faculdade quando a Sarah nasceu em Mai/07, há pouco mais de 8 anos.

Foram meses evoluindo e lapidando essa vontade, aliás muitas delas refletia no assunto e chegava a conclusão de que o melhor era continuar e o Rony sempre que conversávamos a respeito não lidava e não aceitava muito bem. Sou braço direito, talvez esquerdo…diria que o motor eventualmente, a máquina executiva dele. Pois é, até nesse aspecto nos completamos, ele com sua afinidade em novas idéias, “ mergulhado” nas plantas dos projetos, novos negócios enfim uma cabeça mais estrategista. O perfil dele é zero financeiro, definiria como desapego a palavra, não sabe qual o saldo da conta dele e teme assuntos como a contabilidade, tesouraria… E eu que já sou mais antenada e gosto de controlar as despesas por natureza desde o início controle tudo. Foi difícil até para compilar minhas funções num roteiro. Quando me perguntam o que faço na BR Corp sempre acabo resumindo que sou o financeiro e contábil, mas a verdade é que se for destrinchar todas minhas funções nem lembro de cabeça. Todo e qualquer assunto que for chegando de suprimentos a Facebook se ninguém assume acabo tomando pra mim, sempre tive esse perfil centralizador, o que é bom por um lado de não deixar assuntos no vácuo, mas que me consome e deixo de ser substituível profissionalmente por outra pessoa. Vamos lá: entradas, despesas, taxas de administração, relacionamentos com bancos, documentos, financiamento, fluxo de caixa, aprovações das contas no sistema e no banco, Software de gestão, auditoria na contabilidade, auditoria na terceirização de gestão, contato com parceiros, controle de aportes, anúncios no face, decisão de suprimentos, RH (controle de férias,folha de pgto, conferência de VR/VT…),assuntos administrativos, TODOS assuntos pessoais do Rony (infos.para declaração do IR, controle do saldo em conta, pgto de contas e administração das contas,documentos em dia,tsedakót, acertos não kasher por diversas vias) enfim é o que lembro agora de cabeça, certamente estou esquecendo de muitos itens e sem contar é claro que faço as aprovações das contas do nosso Condomínio e da Sinagoga que sou tesoureira e tenho algumas outras tarefas. E só um detalhe meu período no escritório é das 9 às 12:15hs, porque 12:30hs os meninos já saem da escola e à tarde já fico total em função das atividades, horários, médicos,lições de casa, estudo pra prova enfim Chinuch deles.

Cheguei no ponto do motivo da decisão principal. Nos últimos tempos tenho tido algumas sensações, uma delas é de não dar conta de tudo. Como sou comprometida com o horário do escritório e acho importante dar exemplo de disciplina e horários aos funcionários, acabo não conseguindo conciliar com ao afazeres da casa que acabam sendo atropelados, manutenção básica de vazamentos, troca de lâmpadas etc deixo por fazer e a lista de pendências só aumenta pq obviamente que a prioridade é organização de refeições que envolvem todas as compras e organização com a Graça, pois sou eu quem faço todas as compras: açougue,sacolão,fruteiro(esses 3 por telefone), supermercado e mazal tov (pessoalmente ambos).

Estamos dessa vez o Rony e eu decididos a nos mudar de apto para uma casa que sempre sonhamos e dar mais liberdade para as crianças brincarem sem que eu tenha que ficar de plantão embaixo, mas anunciamos e além de não conseguir receber os corretores pq não páro em casa, não retorno para saber o que não satisfez o cliente…

Acredito que se as crianças estudassem período integral como nas escolas mais religiosas conseguiria trabalhar meio período e no outro organizar essas coisas, mas no Iavne não é o caso e atualmente tenho ido pra escola de 3 a 4 vezes por dia.

O segundo motivo da decisão foi que nunca encontrávamos alguém de confiança para eu passar o bastão de todas essas funções que envolvem aprovações e grana. Agora a Tati que trabalhava também só meio período saiu e contratamos o Samuel Roimicher que estou devagar passando tudo e estamos confortáveis assim com ele Baruch Hashem.

E o terceiro motivo, e não menos importante, acho que esse é, ao contrário, o mais importante, o fato de ter muito em mente que Hashem quem decide todos os assuntos inclusive Parnassá, portanto, claro que muitas vezes o marido depende do trabalho da mulher, outras vezes a mulher é a provedora da casa, massss se vamos ter R$1.000,00 ou alguns Bilhões na conta quem decide não somos nós apesar do esforço. Pensando por esse raciocínio, acredito que minha contribuição com a kavaná das minhas tefilót (que atualmente não tenho conseguido me dedicar muito para não dizer nada) será mais eficaz. Hakol Min Hashamaim, tenho emuná em Hashem que tudo ficará bem mesmo que eu saia da BR e ainda pode ser que num futuro eu volte. Porque acho que minha maior dificuldade nessa decisão é eu aceitar esse meu Status de não trabalhar. Sou de verdade muito dinâmica e como quase todas as mulheres gosto da realização de um trabalho meu. É claro que vou continuar assumindo todos os assuntos pessoais do Rony que não são poucos então isso somado a casa, carro, crianças, sinagoga tenho certeza que meu tempo estará tomado!!

Bom é isso, um desabafo e que Hashem me ajude em mais uma grande decisão da vida: parar de trabalhar fora!! Vamo que vamo que vai dar tudo certo Be”H.

06/08/15 – Reflexão sobre infância x tecnologia (gostaria de mandar no grupo de whatsap das amigas da Sarah)

Só um desabafo…Hoje na Hebraica vi 2 meninas com seus respectivos celulares, fiquei observando alguns minutos ambas no whatsap. Perguntei quantos anos elas tinham e pra minha surpresa elas responderam 8 e 9 anos. O tempo que passei ali com os meninos brincando com os peixinhos, apreciando as tartarugas elas passaram olhando para suas telinhas. Essa cena me chocou muito (apesar de vivermos exatamente assim o dia todo) pelo fato das nossas terem a mesma idade e só fiquei pensando se nós com capacidade de discernimento e de nos policiarmos já é altamente viciante o que dirá essas meninas. Me passou tudo pela cabeça, os vídeos,fotos que recebemos, quanta exposição! Não acho que devemos coloca-las numa bolha, até porque na idade delas recém alfabetizadas se elas pegam nossos celulares já sabem digitar quase nas nossas velocidades.Me dei conta da infância desperdiçada dessa nova geração. Cada um com seu livre-arbítrio, mas como seria bom prorrogar essas preocupações hoje tão precoces…enfim só uma reflexão!!

FALSA IMPRESSÃO – AUTOR JEFFREY ARCHER

Anna Petrusco trabalhava em um banco cujo chefe chamava Fenston e sua principal função era avaliar as coleções de possíveis clientes. Eles basicamente faziam empréstimos com garantia em obras de arte. Havia uma cliente herdeira e endividada chamada Lady Victoria que tinha um quadro muito famoso do Van Gogh (Auto-retratato com a orelha enfaixada) e ao escrever uma carta sobre sua idéia para não perder a obra para quitar a dívida teve a invasão na sua casa de uma assassina que a matou com uma faca e cortou sua orelha esquerda.

Anna pretendia ajudar Victoria e enviou uma cópia do relatório sobre o espolho a ela, documento confidecnail do banco. Com isso descoberto pelo chefe e pelo advogado dele Leapman, ela surpreendentemente foi demitida. Aquele dia era 11 de Setembro e eles trabalhavam no World trade center. Não sabiam o que estava ocorrendo, mas o fato é que todos as pessoas do prédio estavam descendo as escadas com fumaças e bombeiros na direção contrária, o caos pairava, pessoas se atiravam do prédio, outras em pânico e ela só descia rapidamente os 82 andares na certeza de morte iminente. Nem acreditava quando chegou no térreo e se deparou com pessoas evacuando o prédio, andava sem parar com a força que nem sabia de onde vinha, uma névua que parecia o fim dos tempos e que só ela habitava esse mundo. Passando o central park conseguiu avistar um ônibus e chegou até a casa de uma super amiga do banco, Tina. Com o corpo coberto de carvão, ela tomou um banho e se confessou para a amiga sobre o plano de recuperar o quadro da Lady Victoria e se aproveitaria da sua demissão que ainda não sabiam e fingiria para todos que estava morta, como imaginariam depois da explosão do World trade center. Tina buscou suas roupas na casa dela e ela viajou para Inglaterra para se encontrar com a Victoria (que ainda não sabia,mas já estaria morta). Com toda essa confusão da cidade, aeroportos fechados, segurança mais que reforçada ela teve que fazer uma aventura até chegar la. Havia um detetive (Jack) que suspeitava dela sobre a morte da Victoria e outras vítimas que ao redor do mundo, em diferentes continentes, coincidentemente com dívidas nesse banco haviam sido assassinadas da mesma maneira, friamente com uma faca no pescoço. Ele seguiu ela em todo percurso.

Quando ela chegou na casa da Victoria ficou sabendo sobre sua morte e quem a recepcionou foi a Arabella sua irmã que estava mais do que enrolada com essa situação da dívida para resolver. Anna contou a ela sobre seu plano de esconder o quadro do Van Gogh para que o banco em que trabalhava não pegasse como garantia da dívida.

Durante toda essa aventura da Anna com a obra, ela se comunicava com a Tina e suas ligações eram sempre escutadas pelo Fansten que orientava a assassina a persegui-la. Ela levou o quadro até Bucareste, cidade onde nascera e sua mae vivia e

SHIUR R. SANY – PREPARAÇÃO PARA RODESH ELUL – DIA 17/08/15 (Casais prédio Samuel Roimicher)

Hashem dá Chodesh Elul como um presente para nos preparamos para nosso julgamento.

Um dos pilares desse período é a Tefilá que é capaz de milagres, muda natureza e anula decretos.

Contou uma história que estava voltando de Londres e enquanto chegou sua comida kasher (antes dos demais passageiros) ele viu que um Sr.do seu lado observava ele e quando terminou de comer, deu uma certa abertura e o Sr.contou que seu neto tb era religioso. Contou que todos ingleses de família tradicional cuja única tradição que mantinham era comer maça com mel em R.Hashaná e que o neto ainda jovem trabalhou em uma empresa e estava indo bem no cargo até que pediu ao chefe para faltar 2 dias em R.Hashana, explicou que era o ano novo judaico e o chefe pareceu ter se espantado com essa informação e concedeu os 2 dias. Na sua volta, percebeu que sua mesa não estava mais no mesmo lugar, colocaram ele num canto e delegaram funções bem mais baixas do que seu cargo. Com isso ele se deu conta do incômodo do chefe ao dizer sobre sua origem e se deu conta que não queria demití-lo. Ele resolveu “ atazanar” e começou a ir vestido de Chassid até que começaram a pergutar pq usava tsitsit e cd coisa ele não sabia o significado e começou a pesquisar até que voltou às suas origens.

Outra história que contou sobre MILAGRES foi sobre uma senhora que vivia em Israel e saindo do supermercado viu um anúncio num poste para Refua shlema de uma pessoa. Ela anotou e resolveu começar a rezar mesmo sem conhecer a pessoa. Acabou se tornando um hábito e sempre que via ou ouvia anotava e rezava, acabou virando uma lista gigante. Até q um dia seu marido num jantar a 2 resolveu desabafar que achava a iniciativa mto legal, mas que mtos anos haviam se passado e poderia ser q mtas pessoas já teriam morrido. Ela não se abalou e disse q rezava pra que de onde estivessem ficassem bem. Passaram-se uns anos e ela mesma adoeceu. Seus familiares juntaram-se para rezar e sempre havia um neto que ficava com ela no hospital. Marcaram uma gde reza naquele dia e minutos antes sempre alguém ligava encorajando esse neto de que estavam sentindo q aquela tefilá teria sucesso e ela sobreviveria. Porém no mesmo horário que a reza estava marcada, o neto viu q seus aparelhos pararam de funcionar. Ele correu para chamar a enfermeira, recebeu mais uma dessas ligações e não contou nada. A reza começou, passaram-se 10mins.e a enfermeira dá um grito: “ Ela voltou, está viva…” Nossas tefilot são poderosas e quebram decretos.

Um outro ponto que ele reforçou é sobre a importância de nos segurarmos quando fazem algum mal para nós. A nossa reação num primeiro instante é sempre estorar, responder com raiva, se vingar, mas o Homem não pode ser só instinto podemos racionar e com esse Zchut Rachel engravidou e mtos milagres aconteceram.

Outra história (engraçada) que ele contou pra exemplificar isso foi que o avô do avô do R.Liberman era RoshYeshiva de 1 das 2 primeiras Yeshivót de Yerushalaim. Lá tinha um aluno “ perseguido” e outro “ perseguidor”;o segundo sempre de alguma forma atacava ele que se segurava e falava com o Rabino que sempre dizia pra se controlar e não responder, é um trabalho de midot etc… e a história sempre se repetia ate que o perseguido precisava casar a filha e ai ele sempre atrapalhava, ele voltava a falar com rabino e tal até q conseguiu casar a filha mas não tinha $$ e ouviu que um multimilionário ajudava pessoas que precisavam em Viena. Ele viajou até lá descansou no hotel e encontrou no armário um saco de $$, qndo saiu do hotel, percebeu que alguém estava sendo procurado pq ladroes haviam roubado $$ e largado lá dentro. Ele se vestia humilde então desconfiaram, ele mentiu que era um gde empresário e então a PF fez ligar para o escritório q no aso era a yeshiva e ele torceu para ser o rabino que atendesse para não desmentir. Mas quem atendeu foi o perseguidor q sabia q ele tinha ido viajar pra conseguir casar a filha. A PF perguntou se ele era rico e com raiva o perseguidor não queria q conseguisse o $$ respondeu: “sim mto rico, milionário, não precisa de $$”

Outro ponto é que devagar conseguimos melhorar mto nossas atitudes, cd vez um pco mais e Hashem sempre reconhece. De exemplo ele contou q viu no Guiness um cara q engoliu uma bicicleta. Como é possível? Ele quebrou ela em pedações e depois em pedacinhos e depois pisou em cima,triturou e cd dia comia um pedaço moído junto com alguma comida. Assim são nossos trabalhos aqui nesse mundo.

E outra dica que deu foi tentar rezar no coletivo, tudo que precisamos reza pra todo Am Israel, assim Hashem vê como nos preocupamos com seus outros filhos e tb nos ajuda.

Shiur em casa para adolescentes (08/09/15)

DIA 08/09/15 (TERÇA-FEIRA) – Organizei um shiur em casa para meninas adolescentes com intuito de juntar e trazê-las para nossa kehilá futuramente quando casarem. Hoje foi um dia extremamente chuvoso, dilúvio, fiquei com receio de não vir ng, mas BH vieram umas 15 meninas ótimas, foi super gostoso. Fiz sanduiches de metro, brigadeiro, brownie. Rav Ari falou muito bem sobre Chodesh Elul (essencialmente para focarmos na raiz dos nossos problemas de yetser hara) e no final fiz uma dinâmica para cd uma se apresentar falar o nome, o que gosta de fazer e uma idéia sobre o que seria legal para uma kehilá. Quero registrar as principais idéias: shiurim (decidimos começar Be”H 1x/mês), encontros, viagens, shabaton, receptividade, investir nos jovens que são o futuro, trabalho voluntário, zumba ou velocity, comprometimento para prestigiar quando tiver algo, shiur diferente do que elas aprendem na escola (midrashim do Chumash por exemplo). Foi ótimo BH, obrigada Hashem deu tudo certo e acho que elas curtiram bem!!