SHIUR R.SANY & PERELE – 11/11/2017

Parashat Chaie Sara (shiduchim e morte)

História do R.Sany – Primeiro ele comentou como o Satan nos persegue durante as mitzvót para tentar nos impedir de cumprí-las assim como fez com Avraham durante Hakedat Itzhak tentando fazer com que ele deixasse de cumprir. Mas não conseguiu persuadí-lo e resolveu de outra forma. Foi até a casa dele assustar Sara qe acabou falecendo para ver se ele se arrependeria de ter passado no teste. Quando fazemos uma mitzvá e nos arrependemos, é como se anulássemos toda a mitzvá. Está escrito que Avraham chorou pouco a morte de Sara. Porque? O motivo é justamente esse que não queria demonstrar para Satan que estava arrependido de ter cumprido e passado no teste de Hashem de Hakedat Itzhak. Contou uma história de que há muitos e muitos anos em Yerushalaim, quando só haviam ainda 2 yeshivót tinha um bachur que era muito perseguido por outro que sempre bucava uma forma de chateá-lo, perturbá-lo e fazer com que ele tivesse vontade de desistir dos estudos. Então esse perseguido, sempre ia até o Rosh Yeshivá se lamentar e dizer que queria sair da Yeshivá. O mesmo sempre consolava e dizia que era um grande teste que ele precisava passar,mas para continuar. E assim era durante anos. Quando chegou idade de shiduchim dos filhos do perseguido, o perseguido falou mal da filha que não tinham $$ para o casamento etc… Aí ele ficou furioso, uma coisa sou eu, agora importunar com a vida da minha família ai não vou tolerar e novamente o Rav dizia para se acalmar e continuar. Disseram que havia um empresário bem-sucedido em Viena que ajudava pessoas sem condições de casamento. Então ele resolveu ir até lá. Depois de uma longa e cansativa viagem, viu que a fila em frente ao homem rico era kilométrica. Fez amizade com um rapaz que estava na fila e ofereceu a ele que fosse para sua Pousada descansar da viagem e voltasse depois de um tempo. Chegando na pousada, ao abrir o armário se deparou com um grande envelope de dinheiro, muito dinheiro, sem nome nenhum no envelope. Pensou: Esses $$ resolve minha vida, nem preciso voltar no empresário, consigo casar minha filha e viver bem pro resto da vida. Feliz da vida, já indo embora da Pousada, percebeu que estava cercada de policiais, perguntou para alguém e disseram que estavam em busca de um fugitivo que roubava um dinheiro. Ele resolveu se passar por um homem rico apesar das vestimentas. Porém foi visto com o envelope. O policial o parou e perguntou e o senhor respondeu que era dele o dinheiro, que apesar das vestimentas simples, ele era uma pessoa rica. O policial pediu um telefone de alguém que o conhecia para confirmar se era ou não rico. Ele passou o telefone da Yeshivá e rezou para não ser o perseguidor que atendia e sim o Rosh Yeshiva. Porém, foi justamente o perseguidor que atendeu. O policial disse: Estou com fulano de tal em Viena e preciso saber se ele é um homem pobre ou rico. O perseguidor que sabia o que estava fazendo lá pensou que o empresário rico queria saber se ele mereceia $$ pra filha ou não, pensou e então respondeu: Muito rico, esse senhor é milionário. Então o policial desligou e deixou o senhor levar o dinheiroJ

A Perele contou algumas dicas de como achar um bom Shiduch. Disse que a primeira coisa é ter informações. Que isso não é tudo obviamente pq precisa antes disso ter Siat Adishmaia, rezar a vida toda, pq só de Hashem depende se vai dar certo ou não. Quando sair com alguém, não é pra ficar dando dvrei Torá, é para falar besteira mesmo e ver se tem “química”. Obviamente que alguma hora precisa chegar em assuntos relevantes de como pretende seguir a vida, nível religioso, de trabalho, se quer ter internet,tv em casa, ir pra praia etc…As referências precisam dizer sobre a família afinal midót tovót e raót são genéticos tb, se é uma pessoa de chessed etccc e por último o dinheiro que tb é importante, não o dinheiro em si, mas estar equacionado o relacionamento financeiramente. Mas não deixar esse ponto ser determinante nunca se o casal tiver se gostado. Contou algumas histórias interessantes: papagio de NY que falava em idish “ Tsipora vai dormir” que encontrou o dono anos depois na Universidade em Boston e viram como tinham mais em comum do que o papagaio e se casaram; rapaz que se casou com a menina e depois de 2 semanas pediu para jogar todas as roupas curtas fora e peruca cumprida e levou bronca do Rav que teria que indenizar a menina se fosse ter Guet pois casou sabendo de tudo isso, coisas que são difíceis de mudar; e outra de uma menina religiosa que queria sair com alguém que estudasse muito e apresentaram um estudante de arquitetura em Paris, não reliogoso mas estudante e se apaixonou por ela, mas ela não quis obviamente casar. Ele decidiu no ultimo ano da faculdade, trancar tudo e ir em uma Yeshiva, estudou durante 2 anos e depois se casou com outra menina. A anterior soube, ainda não tinha se casado e ficou um pco chateada. Ele teve alguns filhos e depois de alguns anos, ficou viúvo e se encontrou coma primeira moça que ainda estava solteira e se casaram!

 

 

 

 

 

 

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PALESTRA R.DAVID WEITMAN X ELIE HOEN (NO IAVNE) – 14/08/17

Na realidade foi um debate, intermediado pelo Leo Fraiman. Foi um espetáculo, certamente uma das melhores palestras que já presenciei. Ambos estavam afiadíssimos e são pessoas além de bem-sucedidas, espiritualizadas. Acredito que todos que assistiram saíram diferentes do que entraram, mexidos e refletindo muito a vida. O Elie como sempre enfatizou muito dar tsedaká, cada um nas suas possibilidades e para sermos humildes independente da condição financeira, não ao exibicionismo, carros importados, disse que sempre compra pouco, relógios de U$100,00 e é melhor que paguemos aqui um preço caro por isso e tudo que fazemos de mitzvót mas para sair barato depois o Olam Habá. Viver com pouco de material e tentarmos encontrar nossa missão nesse mundo, é um esforço contínuo de auto-conhecimento descobrir pra que viemos mas que cada um dentro da sua área pode fazer chessed: um médico curando vidas, advogado julgando, empresário dando tsedaká etcc Ele mesmo participa de uma instituição mundial de bilionários da qual Bill Gates faz parte tb em que se comprometem a doar 60% da sua riqueza. Ele disse muito sobre exemplo que é o melhor para educação e a prova que funcionou pra ele foi que perguntou aos filhos se doava em vida ou deixaria em testamento e disseram para doar em vida. Enfatizaram a importância de fazer a diferença, trabalhos voluntários, chessed.. termos emuná que gostei da definição do R. David começa onde termina nosso entendimento.

Disseram sobre os projetos que ajudam de fora da comunidade. O Elie está começando a se envolver em um projeto de abuso sexual de adolescentes que parece que vai custar alguns bilhões de dólares (esqueci o número hehe) e o R. David mencionou o “ prato prnto” algo assim que o Tem Yad temm no centro e alimenta milhares de mendingos e moradores de rua diariamente. Ele fez questão de não colocar o nome do Tem Yad e sim da comunidade judaica para fazer Kidush Hashem, inclusive disse que outros estados do Brasil têm chamado ele pq se inspiraram nessa idéia.

Num determinado momento, o Leo citava uma palavra pra cada um e dizia para completarem. Uma que me lembro foi um sonho. Elie respondeu que Mashiach chegue enquanto viver. Ele fez bastante propaganda subliminar e de forma sutil e divertida pro Iavne, dizendo que muito aprendeu com os filhos que estudavam lá; até os 35 anos não sabia leitex carne…

Perguntou tb sobre tecnologia. R. David disse como penso que precisamos saber a nosso favor. Whatsap, internet já salvou muitas vidas, se faz muitas mitzvót, mas pode afastar pessoas próximas e matar tb; comentou que vê nos Bar-miztvas meninos há 10metros de distância se falando no whatsap…e Eli que deixou claro que presa muito pela leitura, disse que tecnologia atrapalha muito a leitura.

No final, o Leo pediu para que cada um dissesse uma mensagem e a do R. David gostei muito que é algo que sempre penso mas a analogia que ele fez foi ótima. A vida é como um jogo de futebol: tem os jogadores que independente das condições climáticas e situações estão lá jogando, os espectadores não, podem se levantar a qq momento e estão passivos só assistindo. Nós yehudim temos obrigação de sermos os jogadores, fazermos a diferença, sermos pró-ativos e não esperar e ver a vida passar. Desde sempre e pra sempre seremos um povo que se ajuda.

DIÁRIO DA VIDA DAS KIDS (MEMÓRIAS)

Dia 01/06/17 – SHAVUÓT – Levi aprendeu a rastejar a aplaudir. Ninguém segura agora o mocinho pela casa!

Dia 28/06/17 (Dia 354 do Levi)– Chei de Tamuz – Niver de 1 ano do Levi. Clichê mas a pura verdade, como o tempo voou. Parece que faz alguns dias que eu estava com aquele barrigão, ansiosa pelo parto e saímos de casa com a malinha pra maternidade à francesa pra Luziane(folguista) não perceber! Obrigada Hashem por esse ano maravilhoso, sou eternamente grata e sinto-me muito completa agora com o Rony e nossos 4 filhotes saudáveis BH que só nos cansam e nos trazem tantas alegrias!

LIÇÃO DE HONESTIDADE COM OS FILHOS…BANHO DE ÁGUA FRIA!

Dia 18/06/17 – Voltando no feriado de Jukehy domingo cedo(para evitar de pegarmos trânsito), o Rony como de costume foi acompanhando no Waze os guardinhas e indo pelo acostamento. Porém, 2 carros a frente pararam e paramos também. Em questão de segundos, apareceram 2 guardas do lado esquerdo na linha da faixa, apareceram do nada. Não tivemos escapatória, um deles já estava com a caderneta e caneta na mão anotando nossa placa. Abaixamos o vidro e dissemos:” não estávamos parados” e eu ainda completei: “ Tivemos que parar para as crianças fazerem xixi”,mas não funcionou. Passados alguns segundos, o Eiby fala em tom bem sério e afirmativo: “ Papy não pode mentir nem nessas horas”. Ficamos desapontados e o Rony se justificou (não que estejamos certos) que vivemos em um país em que os governadores são corruptos e roubam dinheirinho da população multando por bobagem etc… e o Eiby continua: “Mas não mentir é um dos 10 mandamentos”. Opa,silêncio! Ensinamos e colocar em prática é essencial. Aprendendo a cada dia com eles!!

Sobre o parto do Levi…

DIA 22/08/16 – Hello ontem fez 6 semanas, hoje exatos 43 dias que nasceu nosso príncipe que já amamos demais. Tenho tentado diariamente escrever contando um pouco sobre como foi o parto tão ansiado, mas assim que nasceu foram os preparativos pro Brit num curto tempo, depois férias das crianças tudo tumultuado. As aulas das kids recomeçaram (ufaaaa Bh, essas foram eternas com os 4 em casa)e comecei a resolver trocas de presentes e pendências que ficaram além de afazeres basics do baby (consulta,incluir no seguro saúde, passaporte…) tudo isso interrompido de inúmeras mamadas
Bom vamos lá…na quinta-feira dia 07/07 comecei a sentir umas leves contrações que até pareciam duvidosas se eram as indolores ou não. Não fiz nada em relação a isso. No dia anterior tinha ido na Dra.Marcia e estava tudo sob controle e nos monitoramentos do Fleury tb apareciam pequenas contrações que segundo o médico são normais no nono mês. Na sexta começou a me bater aquele medinho, shabat chegando e eu pra variar só pensando no Brit que não podia cair Shabat pra tirarmos fotos hehe(e falando pro Rony que não queria transgredir Shabat). Shabat de dia parece que as contrações aumentaram e cada movimento não muito brusco tipo alguns passos mais fortes, cada vez que me levantava ou sentava vinha contração e lá ia eu fazer respiração de cachorrinho ou uma profunda inspiração (a Sarah já até ria e me perguntava se estava vindo uma contração, tá pronta pra vez dela #sqn). A shikse estava meio impaciente pq não conseguia arrumar a casa e pra falar a verdade minha vontade era de me esticar na cama e passar assim até acabar shabat. Como tinha um kidush do Michel cunhado no Bnei Hakiva resolvi descer com as kids pra aliviar a casa e ela conseguir arrumar e na volta subi cada um dos sete andares em praticamente uma hora, cada andar era minimamente uma contração garantida. Bom, shabat acabou e eu pensava, agora pode nascer Brit de domingo é gostoso, as pessoas ficam e aproveitam mais(mal sabia que metade da cidade estava viajando e a outra metade viria no nosso Brit hehe). Os 3 se despacharam pra dormir na casa dos avós, ou seja, inédito e ao mesmo tempo Minashamaim, uma preocupação a menos, de como deixar as crianças, mais especificamente minha grudinha. Passei a noite toda com essas contrações. Cada vez que virava de um lado pro outro (só essas posições mesmo que é possível nessa altura) e me levantava (nas inúmeras vezes) para ir ao banheiro, lá vinha ela cada vez mais intensa e eu já não dormia achando que a qualquer momento ficariam ritmadas e eu sairia correndo pra maternidade. Massss não foi o que aconteceu! Às 5 da manhã, mandei uma gravação de voz pra médica, ainda não queria alarmá-la só me preocupava se pro bebê essas ondas não seriam preocupante e perigosas, afinal já estava há 3 dias com contrações. Fiquei acordada até às 8:00hs que achei um horário mais decente pra acordar tanto o Rony quanto a médica e expliquei pra ele minhas sensações. E para manter o estilo, ele estava bemmm tranquilo e não achava que era “A hora” ainda. Liguei pra Dra. Marcia e ela me deu 2 opções: ou eu continuava sentindo contrações em casa e esperava até aumentar a intensidade e ter um ritmo constante ou ia para maternidade, mas provavelmente não me deixariam sair de lá já com 41 semanas. Ela sugeriu de eu tomar um Bom café da manhã e ir. Resolvi ligar pra Dina (os meninos estavam lá) para compartilhar a situation se estava sob controle por lá e pra minha mãe(a Sarah estava lá). Minha mãe achava que eu deveria ir logo, a Dina e o Rony não. Íamos na Hebraica cortar o cabelo dos meninos e só pensava se encontrar alguém e me abaixar e começar a respiração de cachorrinho, vou me entregar! Indecisa resolvi como sempre nessas situações fazer tefilá depois do café tranquilo(sabe-se lá quando seria o próximo sossegada) e pedi pra Hashem como sempre peço: me mostrar o melhor caminho com clareza sem que eu tivesse dúvida. Fechei o Sidur e estava decididíssima a pegar nossas malinhas e partir. Sempre estive acostumada com partos repentinos, com dor extrema, uma verdadeira caixinha de surpresas com uma pitada de satanismo, indo aos berros em direção à maternidade, berrando pelos corredores “Anestesista pelo amor de D´us” e nunca nem enxerguei o caminho de dentro da maternidade até chegar na sala de parto. Dessa vez foi bem diferente. Fomos à maternidade parecendo parto cesária, marcado. Com calma, aguardei minha vez na sala de espera, continuando com as contrações a cada levantada e abaixada. A enfermeira que me atendeu para conferir os sinais vitais(temperatura, pressão, pulsação etc) achou melhor me colocar como prioridade, disse que depois de 3 partos normais, eu já deveria estar com alguma dilatação. Dito e feito, só não imaginava o quão dilatada já estava. O médico me atendeu, fez o toque, só vi a mão dele praticamente inteira dentro de mim quando ele me solta: “ Nem vamos fazer a internação, já senti a cabeça, 9cm de dilatação”. Fiquei obviamente muito feliz de estar suportando a dor daquele jeito aliás esqueci de um detalhe, meu sossego foi tanto antes de ir que pela primeira vez consegui pegar a geléia de Etrog e comer antes de sair. Aquelas cenas de novela, enferemeiras correndo pra buscar a maca e eu correndo em cima da maca pelos corredores em direção à sala de parto. Nesse momento, tudo que eu queria era ver a carinha da Dra.Márcia e relaxar! Impressionante como eu alguns minutos lá estava ela. Meu semblante mudou totalmente quando ela abriu a porta e me apresentou a anestesista. Essa médica é um fenômeno, apesar de nunca ter dado a luz parece que está dentro de mim, sentindo minha dor e é capaz de entender exatamente quais são minhas necessidades. Disse assim: “Melzinha, pensei que como sua dor ainda está controlada, a anestesista passa o cateter na sua coluna enquanto você ainda não está se mexendo tanto e depois vc decide se quer ou não anestesia”. Bom, como o que mais dói sem dúvida é a ounção daquela agulha calibre de cavalo, na dor mais intensa obvio que não resisti e pedi para injetar anestésico. Nesses minutos que sempre aguardamos o efeito da anestesia, a Dra.Marcia me pediu para sentar na bola de pilates e ficar dando pulinhos até a cabeça do nenê encaixar totalmente. O Rony sentado naquela calma no sofá assisntindo tudo e eu só pensando na surpresa dele ao ver que era um menino e não uma menina como todos tinham certeza. Já não aguentava mais me segurar de todos os preparativos e detalhes que estava fazendo há 3 meses pro Brit, desde que soube que era um menino. Só um parêntese… a médica do primeiro ultrassom morfológico disse que era menina. A Sarah estava comigo pq queria muito saber o sexo e ficou radiante, expressando sem uma palavra pra todos que certamente era uma menina. E eu que tb rezava para vir uma menina e completar nossos 2 casais tb fiquei, é claro. Apesar de rezar pra vir com saúde queria uma menina, não nego. No sétimo mês, isto é estava de 6 meses completos, fiz novamente outro ultrassom morfológico. Dessa vez, sem a Sarah. A médica, uma japonesa, que acho que nunca esquecerei, me pergunta se já sei o sexo e digo que sim com um sorriso de orelha a orelha e respondo que sim. Na sequência, ela me aponta: “olha aqui a bolsa escrotal” e eu gelei, azedei a cara: “como assim, não é uma menina?” e ela: “ imagina, um meninão, olha aqui”. Nessa altura, já sabia que não tinha erro, o mais provável era que a outra médica tinha errado no início. Incrível cmo tudo é Minashamaim, desse dia em diante mudei radicalmente de opinião e comecei a me empolgar com mais um menino,e já nos preparativos do Brit, lista, cotações, detalhes da decoaração etc… Bh hoje escrevendo digo que estou tãoooo feliz com esse menino, um bebê fofo que já nos traz muitas alegrias, fácil, tranquilo, gostoso. Estou realemente em um estado completo de plenitude, sensação de família completa nós 6, um sonho, delirando de alegria. Como Hashem é maravilhoso, depois de quase 5 anos insistindo pro Rony para termos mais um filho, e milagrosamente o convenci, sinto que essa neshamá é um grande presente nas nossas vidas, uma criança escolhida!! MAIS UMA VEZ OBRIGADA POR TUDO HASHEM GRATIDÃO ETERNA! Tento até ao longo do dia parar uns segundos e agradecer por tudo, que vida perfeita que eu tenho, que nós temos juntos e parece que ele uniu ainda mais eu e o Rony BH, estamos nos dando bem melhor do que já nos dávamos! Voltando aos finalmentes do parto, ela me disse que dessa vez estava facinho, em 2 forças o nenê sairia. Dito e feito! E assim nasceu nosso Levi Itzchak que a médica colocou nos meus braços e o Rony ainda foi abrir as perninhas pra conferir o sexo  Sensacional esse parto, quem dera todos tivessem sido fáceis assim, uma verdadeira brachá! Minhas tefilót foram ouvidas! Na maternidade já estava me sentindo ótima, xixi ok (sempre minha preocupação até conseguir o primeiro xixi uma emoção) e de lá saí direto pra NK provar meu vestido com a Dina que já tinha separado, muito fofa, me deu de presente. Ajustamos o que teria que emendar de tecido no decote, deixar o forro mais cumprido e torcer pra que perdesse uns quilinhos em 5 dias haha
O Brit é um capítulo a parte que também foi algo que ficará pra história nossa e pra quem foi, tudo impecável espiritualmente e materialmente!

DIA 08/05/2017 – Faz tempo que não passo por aqui p/revelar um pouquinho sobre meus afazeres deve ser por falta de tempo mesmo, com 4 na rotina da casa, ajuda ao Rony, compras, leva e busca das kids, mamadas/papinhas e ainda encaixando meus álbuns só por ness mesmo parar e conseguir escrever. Mas BH acordo cedo todo dia e só agradeço, amooo de paixão minha rotina, minha vida, meus filhos, o Rony e não trocaria por nada com ninguém. Bom ser breve, Levi já esta com quase 10 meses(amanhã terá bolo de mêsversário, ainda continuo fazendo) está com 5 dentinhos, babando bastante. Não faz muita gracinha, mas continua mega sorridente por tudo e para todos. Faz uma tentativa de tchau e fala umas sílabas. Nesse semestre, com o Levi me consumindo e sem a segunda shikse, concentrei todas as atividades das kids na escola. A saída oficial é às 15:30hs e eles já imendam nas atividades. Sarah faz Alumni (2x/semana),dança e natação aqui do lado. Benny faz futebol, judô, Moré Berale e natação. Eiby faz roda de matemática(ama e tem muita vocação pra matemática),judô, futebol e natação. Busco 16:30hs todos os dias BH e o melhor fico sem carro todos os dias, faço tudo à pé, zero trânsito. O restante do dia vou driblando meus afazeres com Mr.Levi que toma um belo tempo cada vez mais. Cada soneca dele, é uma corrida contra o tempo para dar conta de tudo,tempo cronometradíssimo. Enfim, hoje fui busca-los (com o Levi no carrinho como sempre)e fiz uma brincadeira que amaram, daquelas que provável ficará na memória deles. Fiz cada um “ chutar” quantos passos são da escola até em casa e quem chegasse mais próximo, ganharia um sorvete. Eiby apostou 600 passos; eu 650;Sarah 700 e Benny não quis participar(se arrependeu como sempre atrasado nas tarefas). Fomos contando todos juntos e a Sarah ganhou, chegou mais próximo, viemos em 830 passos FIM de um dia feliz com minha Family que é tudo pra mim!

EVENTO DE SHAVUÓT – 06/06/2016 – casa da sra. Jane Ratz

Gostaríamos de ter feito um evento num domingo para toda familia, para crianças atividade de jardinagem, avót Ubanim e shiur para mulheres com Oficina de flores, mas não havia domingo livre na escola antes de Shavuót.

Como a Jane tinha há um tempo oferecido a casa para fazer um shiur, decicimos fazer só para as mulheres. A Hany me ajudou com idéias e chamou a Morá Monique para dar o shiur.

A Tamara Roimicher me fez o flyer mas da próxima vez pedirei a outra pessoa, demorou demais como ela não tem Photoshop em casa, cada ajuste tinha que esperar dias e acabamos soltando muito em cima. Tive que eu mesma fazer um Save the data 2 semanas antes. Infelizmente, haverá tb um outro shiur um dia depois da Emuná sobre Shavuót na casa da Ariane Stern, disseram que tb não tinham outra data.

Cotei com a Tamara Murachovich da Flor e Cor e com a Lolita Shamma que trabalha com a cunhada Esther Piccioto. Com a Tamara, ela fez por R$50,00 preço de custo, segundo ela. A Lollita passou um valor de R$50,00 se fosse fazer algo diferente em um aquário com flores pra fora, para sair do tradicional. Conversei com o Hanan que não liberou verba para nada. Portanto, pedi se conseguiam fazer algo bacana porém no máximo a R$30,00. A idéia seria cobrar R$20,00/pessoa e a diferença veria com o Rony para cobrir. Fizemos o flyer considerando isso, antes de mandar achei melhor mostrar pra Jane pq percebi que ela queria algo bem caprichado. Havíamos sugerido de nos dividirmos com os pratos cd uma prepararia alguma coisa para servir, mas ela enfatizou que chamaria o Menorá.

De fato ela não aceitou que cobrássemos das pessoas ufa foi um feeling que tive antes de mandar nos grupos se não já era.

Com isso, a Tamara fez um novo ajuste e depois divulguei nos grupos.

Pedi a confirmação para melhor organização e segurança mas tinha certeza de que seria difícil, mães com crianças pqnas decidem na hr se conseguem ou não.

Encomendei com a Lolita 35 arranjos e a Jane encomendou Menora pra 30 pessoas.

No dia, pensei em entregar um arranjo bonito de flores para Jane como agradecimento e um para Morá Monique. Pedi à Lolita que conseguiu em tempo, fizeram por R$80,00 cada arranjo com orquídea amarela, num caxepô espelhado e galhos, ficou alto, super bonito e com presença.

Levei no dia na casa da Jane minha mesa dobrável, as luvas de vinil que comprei e tesouras e fui para ver se eram suficientes as mesas. Para 35 pessoas com certeza seria…

Escrevi um discurso de agradecimento à Jane, à Mora Monique e algumas palavras em Leilui Nishmat do Shulim ben Azriel (marido da Jane). Pedi ajuda do R. Valt, Chanan e do Rony. Basicamente disse que veio de uma familia chassídica de Londres, bem conhecida, que fazia mto chessed e tsedaká e que transmitiram isso pra ele que era muito generoso não só com Beit Chinuch. Para nosso shil ele doou um Sefer Torá, Parte da biblioteca, cota da reforma do refeitório e sempre se antecipava antes de pedirem ajuda, um exemplo de chessed! Trienei umas 5 vezes no espelho e inclusive pra Sarah q adorou hehe

Organizei tb no dia um cronograma pra não se estender muito. A idéia era começar pelo shiur pra não ficar tarde pra Morá Monique voltar, mas como usaríamos a mesa principal pras flores e o Menorá precisaria de tempo para montar, optamos por fazer primeiro o workshop de flores das 20:30(estava marcado para 20:00) às 21:15hs.shiur até às 22:00 e depois os comes e bebes. No final, atrasou tudo um pouco e o shiur acabou 22:20hs. 

Mesmo com uma super chuva, vieram aproximadamente 50 mulheres talvez até um pco mais BH. Faltou caxepô pra todas e as que ficaram de fora, ficaram batendo papo. Essa foi a falha, mas sem as confirmações ficaria difícil mesmo. Passei uma lista do Gardens e outras pessoas que chamei e a Jane deixou na portaria. O arranjo ficou lindo e super diferente, o caxepô espelhado super presença, elas foram ótimas super dedicadas, valeu super a pena.

O shiur tb foi mto bom, ela vai bem gostoso depois anoto.

E a comida nem preciso dizer que foi incrível. Na hora do workshop foram servindo os salgados e sopas que não experimentei mas disseram que estava tudo excelente tb e depois do shiur uma mesa de doces chalavi (sorvete, cheescake, bolo de churros…) loucura!

Foi espetacular BH, minhas tefilót foram atendidas.

Sempre falo que será o último evento que organizo, além do trabalho ando um pouco calejada das críticas. Apesar de sempre ter lidado relativamente bem com isso que sei ser inevitável e é claro com a ajuda do Rony que me estimula e sempre diz que quem não tenta não erra, dessa vez fiquei um pouco chateada. Duas mulheres bem religiosas uma qndo estava tudo pronto, flyer, florista fechado me pergunta será que precisa mesmo das flores?? Oi e o derech eretz além de vários outros palpites sem ter ao menos se oferecido de ajudar, fui tocando tudo sozinha e outra comentou com minha mãe um comentário meio maldoso que obvio como sempre tentei julgar pro bem: Vc viu que a Jane ficou bem chateada com sua filha que queria cobrar pelas flores? Desnecessário. E por último, amigas dizendo: “Me, vim por vc!” BH fico felix pelo prestígio, mas gostaria que viessem de vontade prórpia. Por outro lado pensei depois do shiur não importa a causa, consegui fazer Kidush Hashem de outras pessoas ouvirem palavras de Torá enfim vamos ver qnto tempo aguentarei sem organizar nada:) Pedi pro Rony me vetar a próxima, veremos…

OBRIGADA HASHEM!

FOI ACIMA DA MINHA EXPECTATIVA, TUDO MARAVILHOSO E BEM ELOGIADO BH