O FILHO DE ESTER – JEAN SASSON

MELHOR LIVRO DOS ÚLTIMOS TEMPOS QUE JÁ LI

Havia uma família judia na Polônia com 5 filhos cujos pais eram mais tradicionais religiosos. Eles tinham um poder aquisitivo muito bom, família Stein. E outra família na França com 4 filhos (Michel, Jacques, Joseph e Rachel) que eram mais afastados da religião.

A família Stein costumava passar férias na França e em uma dessas férias, os irmãos Jacques e Joseph (da família Gale) conheceram a única filha mulher deles, Ester. Apesar de ambos serem muito mulherengos, se apaixonaram pela menina que parecia muita “ areia” pra eles, além de ser mais religiosa então não namorava com garotos antes do casamento. Após essa pqna disputa entre irmãos, Joseph acabou vencendo e insistiu até o final para conseguir casar com a moça.

Os pais dela eram veementemente contra esse casamento uma vez que ele não seguia a religião como gostariam. Ele implorou e combinou com o sogro que assim que ela engravidasse, eles iriam à Polônia para ter esse filho ao lado dos pais dela. Mal sabiam os problemas e dificuldades que encontrariam pela frente… E com isso, o pai a contra-gosto aceitou.

Conforme o combinado, Ester engravidou e eles seguiram para Polônia e o pai de Ester (moses) conseguiu perceber como de fato o genro a tratava bem e era apaixonado. Era o ano de 1938 em que se traçava os primeiros sinais antissemitas na Polônia e no resto da Europa. Moses que tinha muito dinheiro, sempre reunia os filhos em casa para refletir a situação que estava ocorrendo e explicar-lhes sobre suas reservas caso houvesse uma guerra. Em pouquíssimo tempo, coincidentemente com o nascimento da primeira filha do casal, Miriam, começou a guerra e logo foram levados ao gueto. Aos poucos a pobreza da família Stein foi pairando e o luxo das comidas se resumia à economias de carne e leite nas refeições. No início, com a riqueza da família eles conseguiam fazer subornos aos policiais judeus do gueto e Joseph chegou até a dar uma vez moedas à uma mulher que gritava pelas ruas de fome. As cenas eram cada vez mais chocantes, mas a esperança de se livrarem daquilo tudo era enorme.

Havia um policial da S.S.(alemão) chamado Karl Dexler que tinha um espírito nazista muito semelhante ao Hitler. Seu pai trabalhou para judeus e ao ficar desempregado enraizou nos filhos um ódio absoluto pelo sucesso econômico dos judeus. Seu fervor em aniquilar os judeus era grande que seu subordinado, Friedrich apesar de ter boa índole e não se conformar com os horrores, era obrigado a cumprir certas ordens. Sua mãe ingenuamente o estimulara a entrar para o exército alemão pois considerava um grupo moral. Mas já no treinamento ele pode perceber que estava sendo treinado para ser um assassino e não soldado, mais especificamente para matar judeus.

Chegou aos ouvidos do Joseph que seu sogro estava na mira desse Karl Dexler. Moses resolveu fugir deixando toda a família. Quando apareceram na casa para procura-lo disseram que havia falecido de pneumonia. Joseph e Daniel à frente de Karlx tinham vontade de mata-lo. Não satisfeito com a susposta invenção sobre a morte de Moses, o general pediu à todos seus soldados que estavam atrás em posição procurassem todas as mulheres e crianças na casa. Ao invés de Joseph ficar parado como havia sido mandado, enfrentou e foi até o quarto de Ester pedindo que pegasse Miriam e ficassem com ele. O choro das crianças (sobrinhos de Ester)e das mães tomou conta do apto. Mandou Moses se apresentar dentro de 8hs caso contrario mataria todos presentes no apto. Joseph violentou 3 soldados porém depois acabou sendo derrotado e ficando inconsciente. E nisso, deu ordens à Frederich de levarem a filha Miriam bebê. E em Paris, a família Gale cada vez mais preocupada com a ciência do que se passava na Polônia, mas o final para eles não foi muito diferente. Moses deciciu se entregar à Gestapo, mas estava disposto a fazer o possível para ter seus netos livres.

Com o levante da guerra, só sobreviveu Ester e Joseph, Miriam havia desparecido e o resto da família, falecido. Em 1948, com a criação do Estado de Israel,a família permaneceu em Jerusalém. Os palestinos que viviam em Haifa na Palestina sentiram-se pressionados a saírem. Muitos refugiados foram para o Líbano e arredores dentre eles a família de George e Mary Antoun, seus pais e filho Demetrius. Eles viviam na extrema pobreza e sonhavam sempre em um dia retornarem à Palestina. Mary resolveu revolucionar toda a família, se encorajar e se mudarem para o Líbano, na tentativa de uma vida melhor. E foi lá que Demetrius cresceu. Ele tinha um melhor amigo chamado Walid, e na adolescência ambos resolveram viajar para conhecer  a Jordânia e a Síria. Enquanto estavam no vilarejo de Kamareh nesse mesmo dia teve um bombardeio israelense e Walid acabou morrendo. E foi aí que sua raiva antes inexistente, começou a se aflorar sobre os israelenses. Na volta para sua cidade de Shatila, ainda arrasado com a perda do seu amigo-irmão, Demetrius resolveu fazer faculdade de medicina. A verdade é que Demetrius ficou decepcionado com a terra que os pais tanto sonhavam em voltar. Uma terra estéril (ainda antes dos judeus desenvolverem todas técnicas de fertilização). A família dele tentava discutir o destino que Demetrius deveria tomar e eram unânimes em achar que deveria guerrear contra Israel para retomarem a terra que a eles pertencia, sugerindo até por exemplo a assissinar o então primeiro-ministro de Israel Levi Eshkol. Porém Demetrius tinha uma visão muito diferente e era contra tudo isso apesar de muitos conhecidos dele terem sofrido com bombardeiros israelenses perdido entes queridos e querem de manera frenética uma vingança selvagem contra judeus.

Ele namorou com uma muçulmana que todos queriam que eles se casassem. Ela era professora em uma escola e um dia em uma apresentação dos alunos, a diretora fez um discurso que o tirou do sério e fez desistir da pontencial noiva. Dissera que o papel dos homens era lutar contra judeus e das mulheres, educar seus filhos para serem mártires, ensinando-os que era uma honra morrer a favor da pátria.

Quando Demetrius já exercia a medicina em uma clínica conheceu uma enferemeira com quem namorou chamada Christine. Um dia teve um bombardeio na cidade e ela estava em casa quando um soldado israelense (Michel Gale) avistou a namorada de Demetrius e apesar de supor que era árabe se encantou com sua beleza e tentou xaveca-la mas ela só conseguia sentir raiva. Michel Gale era filho de Ester e Joseph e já estava no exército. Chirstine na realidade não era árabe, era alemã. Seu pai era “ coincidentemente” o Frederich soldado que trabalhou para Karl Dexler que tanto prejudicou a família Gale). Ela amava os judeus, sentia admiração, talvez uma forma de compensar tudo que seu povo havia feito por eles. Ela contou toda história da guerra que seu pai havia contado sobre os horrores  que passou com a família Gale. Demetrius tinha um pensamento interessante: enquanto árabes e judeus se matarem “olho por olho” vão acabar todos cegos.

Os pais de Demtrius faleceram em um massacre da cidade. Antes de falecer, seu pai no leito do hospital pediu para que o chamassem que ele havia um segredo que precisava confessar antes de morrer. Ele contou que em 1948 teve uma bomba que explodiu no portão de Jaffa e matara seus 2 irmaos e 1 irmã. Quando ele saiu do cemitério, estava revoltado e fora de si e foi ajudar a viúva do irmão que morava próximo a um bairro judeu. Enquanto andava por lá, um grupo de judeus começou a jogar pedras nele dizendo para sair da cidade deles aumentando seu ódio. Nisso ele passou por uma casa de estranhos nesse bairro judeu e viu um bebê com uma mulher. Quando ela o colocou num berço e entrou para buscar alguma coisa, o pai de Demetrius se aproveitou e roubou rapidamente aquele bebê, contando que esse bebê era ele, o Demetrius. Portanto, ele acabara de descobrir que era adotivo e de família judia, sua decepção não poderia ser maior.

Nesse meio tempo, a filha adotiva de Ester Gale (Jordan filha de amigos que foram mortos e a deixaram órfã) estava revoltada com a situação de Jerusalém de guerras e decidiu fugir para NY. Quando acabou a guerra na Síria e Michel voltou para casa, sua mae pediu para que fosse atrás de sua irma nos EUA. Coincidentemente, Demetrius depois de presenciar e cuidar de tanto feridos de guerra em sua clínica, já muito decepcionado com sua cidade e diante agora da notícia sobre sua origem, resolveu partir com sua namora rumo a NY. Ele fora convidado a trabalhar lá. Uma noite, teve uma festa na casa do médico chefe. E quem eles encontram? Inacreditavelmente, o soldado israelense que tanto já havia aparecido na vida deles estava lá e com isso já recomeçou sua cantada para Chirtine. Sua irmã Jordan havia combinado de ir à festa também (ela era vizinha do prédio desse médico). E quando apareceu, simplesmente Demetrius que não sabia quem era ficou completamente encantado por sua beleza ruiva e olhos verdes. E nessas os papos foram rolando em paralelo Michel x Christine e Jordan x Demetrius. Christine inconformada com o que estava vendo à sua frente, muito aborrecida resolveu sair da festa com Michel.

Michel levou Christine para Jerusalém para apresentar sua família e nisso acabou contando quem era o pai. Joseph ao reconhecer o nome do Frederich que tantos apuros passaram durante a guerra e a mae, Ester desde então curiosa em saber o paradeiro de sua filha Miriam se ainda estava viva, pediu para que chamasse a família dela para virem da Alemanhã até lá contar o final da história do horror.

Enquanto isso em NY, Demetrius apaixonado pedira Jordan em casamento e decidiram ir a Jerusalém também apresenta-lo aos pais e ela estava grávida.

Chegando lá, os pais de Christine, Eva e Fredereich stavam contando sobre os horrores vividos e a resposta que Ester mais temia veio à tona: Miriam e todas as crianças que estavam juntas foram mortas com mordidas de cachorros postos à frente deles, uma tragédia. Ela não conseguia ouvir aquilo e acabou com a noite da família toda. Nesse interim, chegou Jordan e Anna Taylor, vizinha e muito amiga da família, resolveu acomodar Demetrius na casa dela diante do peso que estava naquela casa.

No dia seguinte, no café da manhã na casa de Anna Taylor, Demetrius conversou bastante com ela e surgiu um assunto confidencial da família de Jordan. Contou que 6 dias após o nascimento do bebê Daniel, filho de Ester e Joseph porque Demetrius dissera que tinha curiosidade de conhecer o bairro onde seus tios moravam Musrara próximo de um bairro judaico e então a história veio na mente de Anna. Ela disse para  por favor não fazer Jordan ir até lá pq a história trágica do seu irmão aconteceu lá. Contou que foi lá que o bebê Daniel fora levado, roubado contando os detalhes da outra versão da história que seu pai Geroge havia contado. Diante da surpresa dos fatos de que seria supostamente filho da família Gale e irmão da sua própria noiva de quem engravidou, ele fugiu.

Anna correu para casa da família Gale procurando por ele e não encontrou. Jordan estava apavorada e então Anna lembrou que ele lhe dissera que queria visitar seu bairro onde seus tios moravam. Christine lembrou da história que seu pai George contou antes do falecimento e foi contando para família que possivelmente queria procurar a família de quem teria sido roubado quando bebê. Ligando todos os fatos, Ester e Joseph chegaram a milagrosa conclusão de que na realidade Demetrius só poderia ser o filho deles roubado e sumido por todos esses anos. Jordan então concluiu que ele fugiu porque descobriu que eram irmãos e que, portanto, não poderiam se casar.

Michel contente com a descoberta de seu irmão fez de tudo para ir atrás de Demetrius com ajuda do exército. O encontraram e então Michel explicou que na verdade Jordan era irmã adotiva deles. E como num sonho, a família Gale reencontrou seu filho! FIM

Observação: Os massacres que tiveram nessa cidade Shatila do Líbano tinham objetivo de aniquilar o líder palestino Yesser Arafat que constituiu a OLP (organização de liberdade Palestina) após a criação do Estado de Israel em 1948. Inicialmente esse jovem engenheiro criou um grupo chamado Fatah que em 1965 começou a atacar alvos de fronteiras de Israel e em 1964 a Liga árabe criou a OLP e foi aí que iniciaram todas as intifadas e guerra que vemos até os dias de hoje. Minha reflexão sobre tudo isso é que impressiona como um líder no caso Yesser Arafat e em outros tempos Hitler, com sua capacidade de manipulação do povo conseguem criar e enraizar um ódio tão grande aos judeus. Claro que deviam ter muitos adeptos antes de tudo começar que sofreram com perdas de entes queridos e tinham intenção de se vingar, mas cabe a nós em cada geração com seu adversário contra os yehudim não subestimar, de fato uma pessoa bem articulada é capaz de aniquilar todo um povo.

FALSA IMPRESSÃO – AUTOR JEFFREY ARCHER

Anna Petrusco trabalhava em um banco cujo chefe chamava Fenston e sua principal função era avaliar as coleções de possíveis clientes. Eles basicamente faziam empréstimos com garantia em obras de arte. Havia uma cliente herdeira e endividada chamada Lady Victoria que tinha um quadro muito famoso do Van Gogh (Auto-retratato com a orelha enfaixada) e ao escrever uma carta sobre sua idéia para não perder a obra para quitar a dívida teve a invasão na sua casa de uma assassina que a matou com uma faca e cortou sua orelha esquerda.

Anna pretendia ajudar Victoria e enviou uma cópia do relatório sobre o espolho a ela, documento confidecnail do banco. Com isso descoberto pelo chefe e pelo advogado dele Leapman, ela surpreendentemente foi demitida. Aquele dia era 11 de Setembro e eles trabalhavam no World trade center. Não sabiam o que estava ocorrendo, mas o fato é que todos as pessoas do prédio estavam descendo as escadas com fumaças e bombeiros na direção contrária, o caos pairava, pessoas se atiravam do prédio, outras em pânico e ela só descia rapidamente os 82 andares na certeza de morte iminente. Nem acreditava quando chegou no térreo e se deparou com pessoas evacuando o prédio, andava sem parar com a força que nem sabia de onde vinha, uma névua que parecia o fim dos tempos e que só ela habitava esse mundo. Passando o central park conseguiu avistar um ônibus e chegou até a casa de uma super amiga do banco, Tina. Com o corpo coberto de carvão, ela tomou um banho e se confessou para a amiga sobre o plano de recuperar o quadro da Lady Victoria e se aproveitaria da sua demissão que ainda não sabiam e fingiria para todos que estava morta, como imaginariam depois da explosão do World trade center. Tina buscou suas roupas na casa dela e ela viajou para Inglaterra para se encontrar com a Victoria (que ainda não sabia,mas já estaria morta). Com toda essa confusão da cidade, aeroportos fechados, segurança mais que reforçada ela teve que fazer uma aventura até chegar la. Havia um detetive (Jack) que suspeitava dela sobre a morte da Victoria e outras vítimas que ao redor do mundo, em diferentes continentes, coincidentemente com dívidas nesse banco haviam sido assassinadas da mesma maneira, friamente com uma faca no pescoço. Ele seguiu ela em todo percurso.

Quando ela chegou na casa da Victoria ficou sabendo sobre sua morte e quem a recepcionou foi a Arabella sua irmã que estava mais do que enrolada com essa situação da dívida para resolver. Anna contou a ela sobre seu plano de esconder o quadro do Van Gogh para que o banco em que trabalhava não pegasse como garantia da dívida.

Durante toda essa aventura da Anna com a obra, ela se comunicava com a Tina e suas ligações eram sempre escutadas pelo Fansten que orientava a assassina a persegui-la. Ela levou o quadro até Bucareste, cidade onde nascera e sua mae vivia e

LIVRO CARTAS LACRADAS – DORA OPENHEIM

Michaela Varsano era filha única de Anna e ?? . Eles eram muito simples, a mãe costurava, o pai trabalhava muitos anos em uma farmácia, moravam em Salônica. Ela gostava muito de moda, e em uma oportunidade, conheceu ?? Hirsch, esposa do Barão de Hirsch, família de muitas posses, porém humilde. Os pais incapazes de pagarem seus estudos, permitiram que a ?? Hirsch a levasse para ?? a fim de bancarem seus estudos. Nesse meio tempo, seu pai ?? foi demitido da farmácia apesar de ter durante anos feito um trabalho maravilhoso na invenção de um grande medicamento. Em busca de oportunidade melhor, decidiu mudar-se para Taormina onde moravam seus irmãos, deixando sua esposa Anna sozinha em Salônica com seu pai.
Mãe e filha se comunicavam muito através de correspondências; Michaela estava vivendo em uma outra realidade, do luxo, dos excessos, burguesia, jantares, mansões… Sempre ouvia os o casal Hirsch falar sobre seu filho Maurice de uma forma debochante por não ter intenções de seguir a nobreza e trabalho da família nas construções de ferrovias. Em um baile conheceu um rapaz por quem se apaixonou e se assemelhava muito com as fotos dos porta-retratos da mansão Hirsch. Até que tiveram um encontro inesquecível dentro da própria casa que mudou o rumo dos 2 que encontravam-se às escondidas e nesses encontros, ela acabou engravidando. Não tinha coragem de assumir esse romance aos pais dele, resolveu fugir para Salônica às pressas e acabou deixando a bebê com uma moça para cuidá-la, pois também tinha medo de contar ao pai que engravidara. Vivia cabisbaixa em Salônica com seu amado e a filha na cabeça, até que ouviu uma triste notícia de que a filha havia morrido num incêndio e depois de um tempo que o Maurice havia falecido de tuberculose, acabando com a vida dos pais. Fora apresentada ao ?? com quem se casou e teve 2 filhos, mas sempre teve vontade de voltar a Sicília rever a família Hirsch. Até que conseguiu numas férias voltar à cidade, descobriu que não era verdade sobre a morte da filha e acabou a conhecendo. Recebeu uma carta da mae do Maurice maravilhosa relatando sua tristeza em não terem revelado o romance, mas descrevendo o quanto ele a amou.
A escritora do livro encontrou as cartas escritas pela Anna Versano na casa da avó do marido na Grécia durante sua lua de mel. Se interessou muito pelas histórias e decidiu voltar a Grécia. Lá ela localizou a filha da Michaela ainda viva, já de idade que detalhou melhor pra ela alguns fatos e explicou que as cartas foram guardadas na casa da família do marido dela (Dora, escritora) na época que os judeus fugiram na guerra para que não se perdessem. A neta da Anna fez ela prometer que um dia escreveria esse livro e por isso ela assim fez!
A história é linda, o livro pra mim um pouco longo de mais (450 páginas), mas a riqueza dos detalhes transporta a gente pra época e parece que estamos vicendo aquilo, muito cativante, adorei, recomedo!

A SABEDORIA DA MULHER – R. Shalom Arush

            Feliz é aquele que confia em Hashem. Antes de sair com alguém para casar deve-se pedir pra Hashem pra ajudar a chegar à decisão certa. Não há limites pra reza, pra tudo p/achar o noivo e pro resto da vida:parnassá, bons filhos, moradia, fertilidade, saúde… A principal força da mulher está nas suas rezas, pelo marido e pelos filhgos. Conta o Midrash sobre um marido e uma mulher que ambos eram tsadikim mas que não conseguiam ter filhosapesar de estarem 10 anos casados e acabaram se divorciando. O homem casou-se com uma mulher detestável e se tornou um homem cruel saindo do caminho e a mulher se casou com um homem ruim e o transformou em um homem virtuosa. Daí vemos o poder da mulher em transformar os homens.

            Um grande passo pro relacionamento é erradicar as reclamações. Reclamaçao é uma qualidade horrível que perturba Hashem e as pessoas. Reclamando ela não consegue reconhecer os vários presentes que recebe do Todo poderoso, é uma ingratidão não aceitar as coisas e com o menor problema, fica com raiva, depressão… Por outro lado, a mulher que reconhece o bem que Hashem faz por ela vê a beleza da vida e não se desespera por pouco,apesar das dificuldades da vida que todos temos. A ingratidão pode se tornar o foco do pensamento da pessoa e acaba ocultando tudo de bom na vida, não devemos cair na armadilha de aumentar um problema exageradamente, trata-se de testes da vida. Como exercício podemos ter um caderninho e ir anotando tudo de bom que acontece nas nossas vidas: filhos, casa, saúde, comida, marido, roupas… A mulher que não reconhece o bem que os outros, inclusive o marido, fazem por ela não cosegue reconhecer Hashem. Pense em tudo de bom que teu marido te proporciona apesar de você não ter ganhado aquela bolsa ou aquela jóia que você gostaria de ter.

            A mulher deve tomar o cuidade de não ser boa aos olhos dos outros e não pro seu marido e seus filhos. R. Chaim Vital discípulo do Arizal escreveu que aqueles que são generosos com tdos menos com os membros da família, ao falecerem, os portões dos Céus não se abrirão.

            A mulher deve manter a paz mesmo quando o marido não concorda com os caminhos que ela optou, por exemplo, quando ela deseja levare uma vida religiosa e ele é veementemente contra. A mulher deve manter a calma e generosidade. Sendo amorosa, com paciência e reza a mulher conquistará o marido.

            A paz conjugal é um fator extremamente importante na educação dos filhos. Quando há paz no lar, as crianças viram adultos bem ajustados, estáveis e emocionalmente saudáveis, obviamente, existem exceções dos 2 lados. Um lar saudável inspira as crianacas a amarem a vida e reforca sua capacidade de lidar com dificuldades, melhora a auto-estima . Por outro lado, crianças que crescem em lares de pais divorciados, geralmente ficam com conflitos mentais e emocionais quando adultas. Raiva e sofrimento afastam a presença Divina. A paz conjugal deve ser a prioridade máxima nos lares. Uma atmosfera de tranquilidade faz com que os casais consigam superar qualquer dificuldade juntos.

            Casos de dificuldade – Primeiro estágio – reconhecimento do problema –

CRIANÇAS FRANCESAS NÃO FAZEM MANHA – Pamela Druckerman

A educação francesa se destaca e não se assemelha à americana que nós brasileiras sim parecemos muito. Bebês franceses dormem À noite toda. Isso porque existe um fenômeno que denominaram de “A Pausa”, sendo a melhor solução para o sono e outras coisas. Ao chorar pode ser fome, incômodo, xixi, mas na maioria das vezes manha ou acordam entre um ciclo e outro do sono. Se deixar chorar e acalmar fazendo a pausa, a criança volta a dormir(já é um pouco do que faço eu e o Rony por termos o sono pesado e nnca tivemos enfermeira, se não fizermos a pausa enlouquecemos).

O psicólogo Walter Michel desenvolveu uma experiência que ficou conhecida como  o “teste do marshmalow”. O experimentador leva crianças de 4-5 anos a uma sala durante 15 minutos e deixa um marshmelow na frente de cada um e sai da sala. Diz que se conseguir não comer o doce no final ganha 2 se não só auqele. Só 1 em cada 3 conseguiu resistir. Após 20 anos, ele voltou a observar essas crianças para notar algumas características. Percebeu que aquelas que souberam esperar, tinham maior capacidade de concentração e argumentação além de tender a não ruir em situações estressantes.

As crianças francesas são acostumadas também a lidar com frustações por isso fazem muito menos manhas e tem crises de birra, muito porqu os pais os educam a saber esperar assim como o marshmelow. Uma das maneiras de aprender a lidar com a frustação é saber esperar isso torna a criança mnais flexível e aprender a aceitar mais e a lidar mais com o “não” e limitações, toda criança sempre quer mais: comprar, brincar…

As refeições das crianças franceses é como a dos adultos, café da manha as 8, almoço as 12:00, lancha da tarde às 16 e jantar às 20, bem regradas e completas: entrada, prato quente e sobremesa. Não beliscam durante as refeições, as mães francesas não chegam nos parques com picnics e lanches enormes e assim as crincas se acostumam  a se conter e comer bem só nas refeições. Se a criança chora de fome às 10:30, os pais orientam a esprar até o almoço e assim se acostumam.

Outra característica dos pais franceses é sempre ouvir os filhos, não no sentido de serem permissivos e concordarem comn o que defendem,mas escutá-los e explica-los como funciona o mundo. É uma doutrina de uma educadora chamada Dolto. Ouvir os filhos e deixar claro que os pais que mandam por exemplo explicando e olhando nos olhos da criança que deve arrumar os brinquedos no lugar, algo que americanos podem pensar que seria surreal.

As creches foram inventadas na França. Há o tabu americano de que creche é exclusivamente para pobres e é visto com mals olhos. Marbeau desenvolveu a creche em 1845 pensando nas mães que precisavam trabalhar o dia inteiro com amas para cuidarem dos bebês durante toda jornada de trabalho de uma mulher das 5:30 às 20:30hs. A idéia era arrumar doadores e em pouco tempo foram abrindo várias creches e variantes com horários diferentes. A teoria é que criança se desenvolve melhor com cuidador sensível atento às necessidades das crianças.

Francesas também têm vidas próprias, sabem viver a vida de adultas; ao contrário das americanas que o papel de mae é muito absoluto. Para as francesas, elas vestem a camisa de mães, quando são sensuais sabem vestir a camisa e as crianças só as veem como mães. Sabem conviver com o sentimento de culpa que as mães americanas tem. Algumas amigas dizem viajar 1 vez por ano com o marido e que isso além de contruir um relacionamento melhor, os filhos tb precisam dessa distância dos pais às vezes.

Há a crença americana que quanto mais cedo melhor e quanto mais estímulo melhor será a educação da criança. Na Franca, não se ensina a ler antes dos 7 anos o equivalente ao primeiro ano.

Da mesma forma que ensinamos com insistência a dizer oi, tchau, obrigado na França ensinam muito forte a dizerem Bom dia, boa tarde,sob ameaça de punição. Até os adultos que não começam a frase assim ao chegarem nos lugares não são bem tratados.                  

Ao falarmos “ não” precisamos ser mais convincentes, não mais altos, mais seguros. Muitas vezes é só com repetição que eles passam a ouvir. Daniel Marcelli é chefe de psiquiatria e diz que se os pais sempre proibirem serão autoritários, devem proibir de vez em quando sempre que puderem dizer sim                                                                                                

PRINCESA – pequeno resumo do livro lido em 2012

Uma história verídica de uma princesa muçulmana da Arábia Saudita que relata todas as discriminações com as mulheres árabes desde o descaso no nascimento de uma filha menina, os irmãos distratam, o pai não aceita e depois o marido comanda.

Ela vem de uma família de 9 irmãs e 1 irmão homem. O pai dela tem outras 3 esposas além da mãe, algo absolutamente comum, esperado e preisto no Corão. O irmão tinha um andar no palácio exclusivo para ele, regalias diferentes das mulheres. Sultana, apesar de árabe, não aceitava esses e outros costumes da sua religião e não se conformava com o machismo.

Apesar de parecer levar um rumo diferente, ao final descobriu que vivia nessa mesma rotina: de mulheres presas em casa, cuidando de filhos, indo a chás da tarde onde todas por baixo dos véus e das burcas exibiam valiosas jóias e aceitavam ordens do marido.

Ela juntamente com 2 amigas, pensaram em criar um grupo para romper esses rituais, principalmentem dos casamentos que além de serem sempre arranjados, muitas vezes era entre coroas e meninas recém-menstruadas. Meninas ao menstruarem já são obrigadas a usarem véus, burcas e estão “aptas” para casarem.

Ela não queria essa vida pra ela e não admitia dividir o marido com outras esposas. Sua irmã que tinha maior contato era Sara (todos nomes são fictícios) casou-se nessas condições e após um casamento arranjado, sem nunca ter visto o noivo, 40 anos mais velho do que ela, foi proibida de ter contato com a família durante 3 meses para “se acostumar” à vida de casada. Mas precisou esperar todo esse tempo, 5 semanas após o casamento, tentou suicídio com o gás do forno e milagrosamente conseguiu o divórcio que só pode ser dado pelo marido.