SHIUR R.SANY & PERELE – 11/11/2017

Parashat Chaie Sara (shiduchim e morte)

História do R.Sany – Primeiro ele comentou como o Satan nos persegue durante as mitzvót para tentar nos impedir de cumprí-las assim como fez com Avraham durante Hakedat Itzhak tentando fazer com que ele deixasse de cumprir. Mas não conseguiu persuadí-lo e resolveu de outra forma. Foi até a casa dele assustar Sara qe acabou falecendo para ver se ele se arrependeria de ter passado no teste. Quando fazemos uma mitzvá e nos arrependemos, é como se anulássemos toda a mitzvá. Está escrito que Avraham chorou pouco a morte de Sara. Porque? O motivo é justamente esse que não queria demonstrar para Satan que estava arrependido de ter cumprido e passado no teste de Hashem de Hakedat Itzhak. Contou uma história de que há muitos e muitos anos em Yerushalaim, quando só haviam ainda 2 yeshivót tinha um bachur que era muito perseguido por outro que sempre bucava uma forma de chateá-lo, perturbá-lo e fazer com que ele tivesse vontade de desistir dos estudos. Então esse perseguido, sempre ia até o Rosh Yeshivá se lamentar e dizer que queria sair da Yeshivá. O mesmo sempre consolava e dizia que era um grande teste que ele precisava passar,mas para continuar. E assim era durante anos. Quando chegou idade de shiduchim dos filhos do perseguido, o perseguido falou mal da filha que não tinham $$ para o casamento etc… Aí ele ficou furioso, uma coisa sou eu, agora importunar com a vida da minha família ai não vou tolerar e novamente o Rav dizia para se acalmar e continuar. Disseram que havia um empresário bem-sucedido em Viena que ajudava pessoas sem condições de casamento. Então ele resolveu ir até lá. Depois de uma longa e cansativa viagem, viu que a fila em frente ao homem rico era kilométrica. Fez amizade com um rapaz que estava na fila e ofereceu a ele que fosse para sua Pousada descansar da viagem e voltasse depois de um tempo. Chegando na pousada, ao abrir o armário se deparou com um grande envelope de dinheiro, muito dinheiro, sem nome nenhum no envelope. Pensou: Esses $$ resolve minha vida, nem preciso voltar no empresário, consigo casar minha filha e viver bem pro resto da vida. Feliz da vida, já indo embora da Pousada, percebeu que estava cercada de policiais, perguntou para alguém e disseram que estavam em busca de um fugitivo que roubava um dinheiro. Ele resolveu se passar por um homem rico apesar das vestimentas. Porém foi visto com o envelope. O policial o parou e perguntou e o senhor respondeu que era dele o dinheiro, que apesar das vestimentas simples, ele era uma pessoa rica. O policial pediu um telefone de alguém que o conhecia para confirmar se era ou não rico. Ele passou o telefone da Yeshivá e rezou para não ser o perseguidor que atendia e sim o Rosh Yeshiva. Porém, foi justamente o perseguidor que atendeu. O policial disse: Estou com fulano de tal em Viena e preciso saber se ele é um homem pobre ou rico. O perseguidor que sabia o que estava fazendo lá pensou que o empresário rico queria saber se ele mereceia $$ pra filha ou não, pensou e então respondeu: Muito rico, esse senhor é milionário. Então o policial desligou e deixou o senhor levar o dinheiroJ

A Perele contou algumas dicas de como achar um bom Shiduch. Disse que a primeira coisa é ter informações. Que isso não é tudo obviamente pq precisa antes disso ter Siat Adishmaia, rezar a vida toda, pq só de Hashem depende se vai dar certo ou não. Quando sair com alguém, não é pra ficar dando dvrei Torá, é para falar besteira mesmo e ver se tem “química”. Obviamente que alguma hora precisa chegar em assuntos relevantes de como pretende seguir a vida, nível religioso, de trabalho, se quer ter internet,tv em casa, ir pra praia etc…As referências precisam dizer sobre a família afinal midót tovót e raót são genéticos tb, se é uma pessoa de chessed etccc e por último o dinheiro que tb é importante, não o dinheiro em si, mas estar equacionado o relacionamento financeiramente. Mas não deixar esse ponto ser determinante nunca se o casal tiver se gostado. Contou algumas histórias interessantes: papagio de NY que falava em idish “ Tsipora vai dormir” que encontrou o dono anos depois na Universidade em Boston e viram como tinham mais em comum do que o papagaio e se casaram; rapaz que se casou com a menina e depois de 2 semanas pediu para jogar todas as roupas curtas fora e peruca cumprida e levou bronca do Rav que teria que indenizar a menina se fosse ter Guet pois casou sabendo de tudo isso, coisas que são difíceis de mudar; e outra de uma menina religiosa que queria sair com alguém que estudasse muito e apresentaram um estudante de arquitetura em Paris, não reliogoso mas estudante e se apaixonou por ela, mas ela não quis obviamente casar. Ele decidiu no ultimo ano da faculdade, trancar tudo e ir em uma Yeshiva, estudou durante 2 anos e depois se casou com outra menina. A anterior soube, ainda não tinha se casado e ficou um pco chateada. Ele teve alguns filhos e depois de alguns anos, ficou viúvo e se encontrou coma primeira moça que ainda estava solteira e se casaram!

 

 

 

 

 

 

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PALESTRA R.DAVID WEITMAN X ELIE HOEN (NO IAVNE) – 14/08/17

Na realidade foi um debate, intermediado pelo Leo Fraiman. Foi um espetáculo, certamente uma das melhores palestras que já presenciei. Ambos estavam afiadíssimos e são pessoas além de bem-sucedidas, espiritualizadas. Acredito que todos que assistiram saíram diferentes do que entraram, mexidos e refletindo muito a vida. O Elie como sempre enfatizou muito dar tsedaká, cada um nas suas possibilidades e para sermos humildes independente da condição financeira, não ao exibicionismo, carros importados, disse que sempre compra pouco, relógios de U$100,00 e é melhor que paguemos aqui um preço caro por isso e tudo que fazemos de mitzvót mas para sair barato depois o Olam Habá. Viver com pouco de material e tentarmos encontrar nossa missão nesse mundo, é um esforço contínuo de auto-conhecimento descobrir pra que viemos mas que cada um dentro da sua área pode fazer chessed: um médico curando vidas, advogado julgando, empresário dando tsedaká etcc Ele mesmo participa de uma instituição mundial de bilionários da qual Bill Gates faz parte tb em que se comprometem a doar 60% da sua riqueza. Ele disse muito sobre exemplo que é o melhor para educação e a prova que funcionou pra ele foi que perguntou aos filhos se doava em vida ou deixaria em testamento e disseram para doar em vida. Enfatizaram a importância de fazer a diferença, trabalhos voluntários, chessed.. termos emuná que gostei da definição do R. David começa onde termina nosso entendimento.

Disseram sobre os projetos que ajudam de fora da comunidade. O Elie está começando a se envolver em um projeto de abuso sexual de adolescentes que parece que vai custar alguns bilhões de dólares (esqueci o número hehe) e o R. David mencionou o “ prato prnto” algo assim que o Tem Yad temm no centro e alimenta milhares de mendingos e moradores de rua diariamente. Ele fez questão de não colocar o nome do Tem Yad e sim da comunidade judaica para fazer Kidush Hashem, inclusive disse que outros estados do Brasil têm chamado ele pq se inspiraram nessa idéia.

Num determinado momento, o Leo citava uma palavra pra cada um e dizia para completarem. Uma que me lembro foi um sonho. Elie respondeu que Mashiach chegue enquanto viver. Ele fez bastante propaganda subliminar e de forma sutil e divertida pro Iavne, dizendo que muito aprendeu com os filhos que estudavam lá; até os 35 anos não sabia leitex carne…

Perguntou tb sobre tecnologia. R. David disse como penso que precisamos saber a nosso favor. Whatsap, internet já salvou muitas vidas, se faz muitas mitzvót, mas pode afastar pessoas próximas e matar tb; comentou que vê nos Bar-miztvas meninos há 10metros de distância se falando no whatsap…e Eli que deixou claro que presa muito pela leitura, disse que tecnologia atrapalha muito a leitura.

No final, o Leo pediu para que cada um dissesse uma mensagem e a do R. David gostei muito que é algo que sempre penso mas a analogia que ele fez foi ótima. A vida é como um jogo de futebol: tem os jogadores que independente das condições climáticas e situações estão lá jogando, os espectadores não, podem se levantar a qq momento e estão passivos só assistindo. Nós yehudim temos obrigação de sermos os jogadores, fazermos a diferença, sermos pró-ativos e não esperar e ver a vida passar. Desde sempre e pra sempre seremos um povo que se ajuda.

SOBRE O SHIUR DA MORÁ MONIQUE NO EVENTO DE SHAVUÓT(09/06/2016)

 

Shmuel escreveu Shoftim e Meguilat Ruth em homenagem ao Rei David. Pq não ao Saul? Pq ele coroou Saul e não fez o mesmo om David, sentiu que ficou devendo o Rei David.

De Ruth veio David Hamelech que trará Mashiach, esse grande mérito é da Ruth uma convertida.

Chessed é comparado à agua que por onde passa, se espalha.

Tem uma história de um goi que sempre deixava uma kipá no porta-luvas do carro e mãe uma vez questionou o porquê e o que era aquilo. Ele respondeu que não sabia o que era, mas que já tinha visto outros homens usando aquilo e se ajudando na estrada, então considerava um amuleto da sorte se um dia acontecesse algum acidente teria certeza que algum outro homem usando essa mesma “ coisa” o ajudaria. Os yehudim se ajudam, essa é nossa natureza, sem mesmo nos conhecermos, fazemos tehilim pra quem precisa do outro lado do mundo, nos juntamos, arrecadamos…

Outra história interessante foi de um homem (yehudi) que foi parado na estrada sem portar documento. Precisava pagar uma multa e o guarda viu ele tirando uma nota de uma maleta cheia de dinheiro. Como o carro era um tanto velho ele estranhou e perguntou sobre a origem. O homem explicou que sua filha iria se casar dentro de alguns dias e muitas pessoas se juntaram para ajudar a pagar toda a festa e as despesas com o casamento. O policial estranhou mais ainda e o mandou para delegacia. Lá chegando, o delegado ouviu a mesma explicação e não acreditou. O homem então sugeriu que ligassem para seu rabino que confirmaria a explicação. E foi o que ocorreu e com isso ele foi liberado. Saindo, o mesmo policial perguntou quem é seu grupo de amigos? Ele respondeu que era judeu e que entre os judeus as pessoas sempre se ajudam muito quando alguém tem dificuldade de qq tipo. Então o policial solta: Puxa D ùs acho que nasci na religião errada.

Ruth vem de Moav que não é um bom povo; é comparado à um diamante que quando está bruto não tem valor, precisa ser lapidado para valer.

Porque Boas esperou Ruth ir até ele? Pq ela era muito bonita e ele nunca imaginaria que ela aceitaria se casar com ele.

Chessed está ao nosso lado, não precisam ser coisas grandiosas; muitas vezes pqnos feitos, valem pco pra nós mas mto pra quem fazemos. Ela tinha uma amiga na Midrashá que levava no sentido literal o que o rabino falava que não era bom passar um dia na vida sem fazer Chessed. Então chegava a noite, ela perguntava na cama já, vc quer um copo d´água, quer que eu passe suas roupas??

SHIUR R. SANY – PREPARAÇÃO PARA RODESH ELUL – DIA 17/08/15 (Casais prédio Samuel Roimicher)

Hashem dá Chodesh Elul como um presente para nos preparamos para nosso julgamento.

Um dos pilares desse período é a Tefilá que é capaz de milagres, muda natureza e anula decretos.

Contou uma história que estava voltando de Londres e enquanto chegou sua comida kasher (antes dos demais passageiros) ele viu que um Sr.do seu lado observava ele e quando terminou de comer, deu uma certa abertura e o Sr.contou que seu neto tb era religioso. Contou que todos ingleses de família tradicional cuja única tradição que mantinham era comer maça com mel em R.Hashaná e que o neto ainda jovem trabalhou em uma empresa e estava indo bem no cargo até que pediu ao chefe para faltar 2 dias em R.Hashana, explicou que era o ano novo judaico e o chefe pareceu ter se espantado com essa informação e concedeu os 2 dias. Na sua volta, percebeu que sua mesa não estava mais no mesmo lugar, colocaram ele num canto e delegaram funções bem mais baixas do que seu cargo. Com isso ele se deu conta do incômodo do chefe ao dizer sobre sua origem e se deu conta que não queria demití-lo. Ele resolveu “ atazanar” e começou a ir vestido de Chassid até que começaram a pergutar pq usava tsitsit e cd coisa ele não sabia o significado e começou a pesquisar até que voltou às suas origens.

Outra história que contou sobre MILAGRES foi sobre uma senhora que vivia em Israel e saindo do supermercado viu um anúncio num poste para Refua shlema de uma pessoa. Ela anotou e resolveu começar a rezar mesmo sem conhecer a pessoa. Acabou se tornando um hábito e sempre que via ou ouvia anotava e rezava, acabou virando uma lista gigante. Até q um dia seu marido num jantar a 2 resolveu desabafar que achava a iniciativa mto legal, mas que mtos anos haviam se passado e poderia ser q mtas pessoas já teriam morrido. Ela não se abalou e disse q rezava pra que de onde estivessem ficassem bem. Passaram-se uns anos e ela mesma adoeceu. Seus familiares juntaram-se para rezar e sempre havia um neto que ficava com ela no hospital. Marcaram uma gde reza naquele dia e minutos antes sempre alguém ligava encorajando esse neto de que estavam sentindo q aquela tefilá teria sucesso e ela sobreviveria. Porém no mesmo horário que a reza estava marcada, o neto viu q seus aparelhos pararam de funcionar. Ele correu para chamar a enfermeira, recebeu mais uma dessas ligações e não contou nada. A reza começou, passaram-se 10mins.e a enfermeira dá um grito: “ Ela voltou, está viva…” Nossas tefilot são poderosas e quebram decretos.

Um outro ponto que ele reforçou é sobre a importância de nos segurarmos quando fazem algum mal para nós. A nossa reação num primeiro instante é sempre estorar, responder com raiva, se vingar, mas o Homem não pode ser só instinto podemos racionar e com esse Zchut Rachel engravidou e mtos milagres aconteceram.

Outra história (engraçada) que ele contou pra exemplificar isso foi que o avô do avô do R.Liberman era RoshYeshiva de 1 das 2 primeiras Yeshivót de Yerushalaim. Lá tinha um aluno “ perseguido” e outro “ perseguidor”;o segundo sempre de alguma forma atacava ele que se segurava e falava com o Rabino que sempre dizia pra se controlar e não responder, é um trabalho de midot etc… e a história sempre se repetia ate que o perseguido precisava casar a filha e ai ele sempre atrapalhava, ele voltava a falar com rabino e tal até q conseguiu casar a filha mas não tinha $$ e ouviu que um multimilionário ajudava pessoas que precisavam em Viena. Ele viajou até lá descansou no hotel e encontrou no armário um saco de $$, qndo saiu do hotel, percebeu que alguém estava sendo procurado pq ladroes haviam roubado $$ e largado lá dentro. Ele se vestia humilde então desconfiaram, ele mentiu que era um gde empresário e então a PF fez ligar para o escritório q no aso era a yeshiva e ele torceu para ser o rabino que atendesse para não desmentir. Mas quem atendeu foi o perseguidor q sabia q ele tinha ido viajar pra conseguir casar a filha. A PF perguntou se ele era rico e com raiva o perseguidor não queria q conseguisse o $$ respondeu: “sim mto rico, milionário, não precisa de $$”

Outro ponto é que devagar conseguimos melhorar mto nossas atitudes, cd vez um pco mais e Hashem sempre reconhece. De exemplo ele contou q viu no Guiness um cara q engoliu uma bicicleta. Como é possível? Ele quebrou ela em pedações e depois em pedacinhos e depois pisou em cima,triturou e cd dia comia um pedaço moído junto com alguma comida. Assim são nossos trabalhos aqui nesse mundo.

E outra dica que deu foi tentar rezar no coletivo, tudo que precisamos reza pra todo Am Israel, assim Hashem vê como nos preocupamos com seus outros filhos e tb nos ajuda.

Shiur em casa para adolescentes (08/09/15)

DIA 08/09/15 (TERÇA-FEIRA) – Organizei um shiur em casa para meninas adolescentes com intuito de juntar e trazê-las para nossa kehilá futuramente quando casarem. Hoje foi um dia extremamente chuvoso, dilúvio, fiquei com receio de não vir ng, mas BH vieram umas 15 meninas ótimas, foi super gostoso. Fiz sanduiches de metro, brigadeiro, brownie. Rav Ari falou muito bem sobre Chodesh Elul (essencialmente para focarmos na raiz dos nossos problemas de yetser hara) e no final fiz uma dinâmica para cd uma se apresentar falar o nome, o que gosta de fazer e uma idéia sobre o que seria legal para uma kehilá. Quero registrar as principais idéias: shiurim (decidimos começar Be”H 1x/mês), encontros, viagens, shabaton, receptividade, investir nos jovens que são o futuro, trabalho voluntário, zumba ou velocity, comprometimento para prestigiar quando tiver algo, shiur diferente do que elas aprendem na escola (midrashim do Chumash por exemplo). Foi ótimo BH, obrigada Hashem deu tudo certo e acho que elas curtiram bem!!

SHIUR R.ARI FRIEDMAN – PIRKEI AVÓT – 12/11/2014

Chei – Não procure liderança/honra pra você. Se o público precisa e te elegem, pode aceitar. Não deseje honrarias. Não tenha inveja dos ricos;a tua mesa pode ser maior que a deles.

Vav – Torá é mais difícil de adquiri, precisa ter 48 pré-requisitos: estudar (frequentar shiurim, ia atrás de aprender…), Shimirat Haozen (capacidade de ouvir, inclusive críticas, estar disposto a aprender).

Parashá Chayê Sara

Porquê tem o nome de vida se retrata a morte de Sara? Tem algumas respostas. Uma delas diz que os tsadikim são maiores no Olam Habá, por isso é “ vida de Sara” que começa no Olam Habá; outra explicação diz que reconhecemos muitas vezes a pessoa depois que falece.

Sara faleceu pq um anjo contou sobre a morte de seu filho Itzhak pelo sacrifício do pai. Como por causa de uma mitzvá que Avraham estaa fazendo ele foi prejudicado e perdeu a esposa??

NÃO existe NUNCA uma pessoa ser prejudicada por causa de uma mitzvá. Sara tinha que falecer aquele dia se não fosse desse jeito seria de outro.

SHIUR R.ARI FRIEDMAN – PIRKEI AVÓT 04/11/14

Sexto Perek

Rav Meir – aquela pessoa que estuda Torá porque Hashem mandou estudar (não por interesse, emprego…) ela ganhará muita coisa e o mundo inteiro valeu a pena ter sido criado por essa pessoa.

Hashem se alegra com quem estuda Torá; a pessoa alegra outras pessoas tb com o estudo de Torá.

Quanto mais estudo de Torá, maior Irat Shamaim e humildade, sem arrogância.

A Torá faz a pessoa ficar longe do pecado; não que a pessoa com certeza não peca, mas se seguir a Tprá ficará longe dos pecados. Ex: Mucsê shabat.

Com Torá, a pessoa tb consegue aconselhar outras pessoas.

Os guedolim que estudam Torá a vida inteira praticam essa mitzvá; quem é rabino de instituição que parou de estudar firme cedo dificilmente praticará tudo isso, tem que estudar Mussar pra praticar Torá, ética anda junto com Torá.

Beit – R. Yoshua – Todo dia sai uma voz celestial e a voz diz: “ Coitadas das pessoas que envergonham a Torá” , que não dão valor pra Torá. Pra que sai essa voz se ninguém escuta? No nosso subconsciente temos esse Irut Tshuvá e pensamos que precisamos melhorar.

Quem é a pessoa livre dos seus vícios? Aquele que estuda Torá!

Uma pessoa que aprendeu 1 passuk ou halacha pra você merece respeito.